sexta-feira, 4 de abril de 2014

Paleografia


Acho interessante o que refere Millares Carlos no seu livro « PALEOGRAFIA ESPANOLA », em que diz-nos ;

"« ...A letra e as abreviaturas dos documentos devem ser estudadas como formas vivas de uma língua, desde a sua origem até à sua transformação e desaparecimento. Um sinal gráfico mal interpretado, uma abreviatura incorrectamente transcrita ou omitida numa cópia, podem sugerir ao paleógrafo a averiguação do lugar em que foi elaborado o documento, a escola a que pertence, o tipo de letra própria da época do documento, as influências de um tipo de letra sobre outros, e até conjecturar o documento original ».













Como se constata é de importância capital proceder-mos, com o máximo rigor, quando escrevemos o que quer que seja em formato manual, digamos. Hoje, com os meios de que dispomos, raro é o " escriba " que não utiliza o formato digital, mas, não deixa por isso de ser importante reflectir na escrita manual caso nos surja uma necessidade que nos leve a optar por esta via. 


Imagens: José P.L.
              Mega Arquivo.