sábado, 24 de dezembro de 2016

Bom Natal

2016: um ano quente em Portugal Continental
evolução temperatura2016-12-23 (IPMA)
2016 classifica-se como um ano quente e o valor de temperatura média do ar será cerca de +0.6 °C superior ao valor normal.
Em 2016, a temperatura média do ar em Portugal continental foi, na generalidade dos meses, muito superior ao normal. Em particular, no mês de janeiro e no período de junho a outubro verificaram-se anomalias superiores a +1.0 °C. Março foi o único mês com uma anomalia bastante negativa (-1.43 °C). Os restantes meses (fevereiro, abril, maio, novembro e possivelmente dezembro) apresentaram valores de temperatura média próximos do normal.
A precipitação total anual será cerca de 110% do valor normal. Valores de precipitação superiores aos de 2016 ocorrem em cerca de 40% dos anos.

Imagens associadas

  • Anomalias da temperatura média (desde 1931) em relação à normal 1971-2000
    Anomalias da temperatura média (desde 1931) em relação à normal 1971-2000
  • Anomalia da temperatura média mensal de 2016
    Anomalia da temperatura média mensal de 2016

sábado, 17 de dezembro de 2016

Novembro, segundo o IPMA

Novembro de 2016 com comportamento normal
chuva2016-12-16 (IPMA)
O mês de novembro de 2016, em Portugal Continental, classificou-se como normal, quer em relação à quantidade de precipitação, quer em relação à temperatura do ar.
Durante este mês predominaram as situações frontais e as situações depressionárias associadas a depressões centradas a oeste do continente, bem como uma depressão complexa, com um núcleo centrado próximo da P. Ibérica.
O valor médio quer da temperatura média do ar (12,11°C), quer da temperatura máxima do ar (16,99°C) foram próximos do valor normal, com anomalias de -0,26°C e +0,17°C respetivamente; o valor médio da temperatura mínima do ar (7,23°C) foi inferior ao normal, com uma anomalia de -0,68°C.
Nos primeiros dias da última década registou-se uma descida acentuada dos valores da temperatura, em especial da temperatura mínima, que persistiu abaixo do normal até ao fim do mês.
De salientar que no período de 21 a 27, o território esteve sob influência de uma depressão complexa, à qual esteve associada uma superfície frontal fria com ar frio e instável do seu setor pós-frontal. Esta situação, que se estendeu a todo o país, originou períodos de chuva, por vezes fortes, acompanhados de trovoada e vento forte, tendo-se registado no dia 26, na estação meteorológica do Fundão, a maior quantidade de precipitação em 24h com o valor de 91.0 mm.
No final de novembro houve uma diminuição da área em situação de seca fraca, com 47% do território nesta classe de seca, tendo-se verificado um aumento da área em situação normal e de chuva fraca.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Drones.

Drones passam a só poder voar de dia e até altura de 120 metros

Os 'drones' apenas podem voar de dia e até uma altura de 120 metros, fora das áreas sujeitas a restrições e dos aeroportos, segundo o regulamento da Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC).

© Reuters
País ANAC

A ANAC considera que a utilização de 'drones' é "hoje uma realidade irrefutável", que tende "a conhecer um desenvolvimento e incremento substanciais, sendo que a operação massiva e desregulada pode, em certas situações, ser suscetível de afetar negativamente a segurança operacional da navegação aérea e ainda a segurança de pessoas e bens à superfície".
Assim, a partir de meados de janeiro, quando entra em vigor o regulamento hoje publicado, os 'drones' vão apenas "efetuar voos diurnos, à linha de vista, até uma altura de 120 m (400 pés), nos casos em que as aeronaves não se encontram a voar em áreas sujeitas a restrições ou na proximidade de infraestruturas aeroportuárias".
Os voos acima de 120 metros acima da superfície (400 pés) têm que receber autorização expressa da ANAC.
A operação deve manter uma distância segura de pessoas e bens patrimoniais, de forma a evitar danos em caso de acidente ou incidente e o piloto remoto deve dar prioridade de passagem às aeronaves tripuladas e afastar-se das mesmas sempre que, por qualquer razão, as aeronaves tripuladas estejam excecionalmente a voar a uma altura próxima do 'drone'.
Os drones têm que voar sempre com as luzes de identificação ligadas e os pilotos - à distância - não podem exercer funções quando se encontrem em qualquer situação de incapacidade da sua aptidão física ou mental, acrescenta o regulamento.
A violação de determinações, instruções ou ordens da ANAC constantes do presente regulamento constitui contraordenação aeronáutica civil grave ou muito grave.
A ANAC é a autoridade nacional em matéria de aviação civil, exercendo funções de regulação, fiscalização e supervisão do setor da aviação civil.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Ocaso

Por vezes surgem estes finais de dia em que quase nada há a comentar quanto ao riquíssimo colorido.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Livros. Flores do meu quintal livreiro.


 Como em tudo na vida há o bom e o mau. Como em qualquer local há a erva daninha que se distingue das restantes. Mesmo assim, gosto de as ver aqui e ali e até as considero úteis. A natureza é sábia,diz-se, sendo assim, no meu quintal livreiro, também as deixo no seu lugar. Quem sou eu afinal para formular juízos ?


" Procure ler e estudar sempre que puder.
    Actualize-se lendo bons livros para também alimentar a sua mente e espírito.
  Cuide do seu intelecto, incrementando a sua cultura. Estudando estará a exercitar o seu cérebro, estará a aprender e a viver.
  Abandone as suas futilidades que só servem para o deixar inseguro e vazio.
  Discuta assuntos relevantes com as pessoas, mas cultive a humildade para não ferir susceptibilidades.
  Leia e aprenda tudo o que puder. As pessoas orgulhar-se-ão de o ter como amigo. "





Extracto do livro de Iran Ibrahim Jacob sob o título:
                                 " Momentos a Sós "
                                  Editora Paulus - Março de 20003

domingo, 4 de dezembro de 2016

Uma luz ao fundo do túnel.


Certamente todos nós já ouvimos a, direi, célebre expressão: " Uma luz ao fundo do túnel " pelos mais diversos e variados motivos. Alguns talvez já a tenham até descortinado na sua mente. Eu não fujo à regra admito-o. Agora ver a tal luz em estado físico?


 É pois com pompa e circunstância que apresento a foto de uma das minhas reais e raras " luzes ao fundo do túnel ".

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Trigo e pão á beira do alcatrão.

Ele há coisas que só vistas, contadas nem tem graça. Mesmo assim gostaria que vissem as fotos que junto. Um pé de trigo com as suas espigas bem aloiradas e repletas de pão nasceu e medrou à beira de uma estrada onde passam diariamente centenas de veículos.

   Quis o acaso que ainda tivesse tempo de registar tal facto. Reconheço que as fotos ficaram sem qualidade alguma o que muito lamento, mas...Nem por isso deixam de ser curiosas. Este pé de trigo esteve todo o Verão naquele local .
Assim é a minha terra. Terra de pão, aqui fica a prova documental.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Cheias. 1967.

Cheias 1967
imagem do DN online 2016-11-24 (IPMA)
Na noite de 25 e madrugada de 26 de Novembro de 1967, há 49 anos, uma grande tempestade assolou o país. Na região da Grande Lisboa, mais de 500 pessoas perderam a vida, perto de 900 foram desalojadas e verificou-se um sem número de danos em infraestruturas, nomeadamente pontes, estradas e edifícios de diversa natureza.
A passagem de um sistema de baixa pressão sobre a região caraterizado por uma forte convecção e forte instabilidade, associada a uma atmosfera rica em vapor de água, traduziu-se num evento extremo cuja quantidade de precipitação registada num período de 4 a 9 horas foi compatível com um período de retorno superior a 100 anos.
A precipitação total ocorrida foi observada essencialmente num período de 5 horas, o que em algumas estações correspondia ao seu valor médio mensal.
A estação de São Julião do Tojal em 5 horas registou 110,6 mm (entre as 19 e as 24h), tendo tido um pico de 30 mm entre as 22 e as 23h da noite de 25 de novembro. Nessa noite, entre as 21 e as 22h, foram registados 42 mm em Sassoeiros, 60 mm no Monte Estoril e 33 mm em Sintra/Pena.
A elevada quantidade de precipitação originou este evento de cheias rápidas (as chamadas flash floods), no entanto o que o tornou num dos mais mortíferos em Portugal, foi principalmente a construção inadequada em leitos de cheia e a coincidência com a hora de pico da maré alta.
A maior parte das vítimas, residente ao longo de bacias de pequenos rios e ribeiras da região, muitas em habitações precárias e clandestinas, foi apanhada durante o sono, o que se traduziu num aumento substancial de mortos e desalojados.
Este evento corresponde ao segundo mais intenso de precipitação em 24h para a área da grande Lisboa entre 1950 e 2008, com uma média de precipitação de 86 mm. O evento mais intenso de precipitação na mesma área ocorreu em 1983 com média de precipitação de 95 mm, porém com impacto consideravelmente menor.

Nota: notícia elaborada com base no artigo: “The deadliest storm of the 20th century striking Portugal: Flood impacts and atmospheric circulation”, publicado no Journal of Hydrology, de Ricardo M. Trigo et all.; e na publicação “Contribuição para o estudo da cheia da região de Lisboa em 25-26 de Novembro de 1967” do Serviço Meteorológico Nacional de Silvério F. Godinho.

Era eu um garoto porém,hoje, ainda me recordo deste dia.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Setembro com os seus dias outonais.

Um destes dias de Outono, salvo erro em finais de Setembro, obtive esta imagem. Claro está que agora ao ver o resultado surge um " pontinho " escuro, lá ao longe, sobre a serra. Para mim ou é uma ave ou algo grande que por acaso captei. Não me apercebi de qualquer avião por ali. Seja lá o que for " estragou-me" a pureza de tão bela paisagem. Ou será que, pelo contrário, a tornou singular? Bem... mas o que queria realçar está na foto sob estas linhas. Uma magnífica flor de um cacto nascido no meio do mato. Tratamento da planta apenas a mãe natureza mais nada!
  Não me restam dúvidas que, quando se passeia em bicicleta por estes recantos da região, há sempre " um Portugal desconhecido que espera por nós ".

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Clima Global.

lima global 2011-2015: quente e imprevisível
mapa2016-11-11 (IPMA)
A Organização Meteorológica Mundial (OMM) publicou uma análise detalhada do clima global 2011-2015 – o período de 5 anos mais quente desde que há registos – e os efeitos crescentes de fatores antropogénicos como causa de fenómenos meteorológicos extremos e de eventos climáticos com impactos económicos na sociedade.
Valores recorde de temperatura foram acompanhados pelo aumento do nível médio do mar e pelo declínio da extensão de gelo do Ártico, bem como da cobertura de neve no hemisfério norte.
Todos estes indicadores de alterações climáticas confirmam a linha de tendência de aquecimento, causada pelo efeito dos gases de estufa. O dióxido de carbono atingiu um patamar importante de 400 ppm na atmosfera, pela primeira vez em 2015, de acordo com um relatório da OMM submetido à conferência de alterações climáticas das Nações Unidas.
Este documento também analisa a existência da relação entre as alterações climáticas causadas pelo homem e a sua ligação a fenómenos de tempo extremos. De 79 estudos publicados pelo Boletim da American Meteorological Society entre 2011 e 2014, mais de metade relacionam as alterações climáticas com os fenómenos extremos. Alguns estudos indicam mesmo que a probabilidade de temperaturas extremas aumentou em cerca de 10 vezes.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Guadiana. Reabre os seus olhos.

Posted: 12 Apr 2012 08:46 AM PDT

Imagen extraída del artículo "El Guadiana reabre sus ojos" de Rafael Méndez en El País digital del 31 de marzo de 2012. (C) HEBER LONGÁS / EL PAÍS.

Tras las lluvias de los pasados años y las labores llevadas a cabo al auspicio del Plan del Alto Guadiana el acuífero 23 alma hídrica de la Mancha Húmeda da señales de recuperación. Lástima que nos encontremos en un periodo de crisis en el que nuestros políticos sólo piensan en salvar bancos y comentan que el Plan que vela por las aguas de estas tierras ya no es necesario. Esperemos que la conciencia y el buen criterio de los agricultores permitan que este bello enclave plagado de lagunas, vitales para infinidad de especies, siga existiendo.

sábado, 22 de outubro de 2016

Areia. Cascais.

Estes dias que vão decorrendo trazem com eles a " velha nostalgia " . Nesta base resolvi colocar esta foto de um dos poucos locais da minha região em que a natureza ainda apresenta uma imagem original. Porém, acredito, que será por pouco tempo.


quarta-feira, 28 de setembro de 2016

D. Amélia. Rainha de Portugal. Nasceu há 151 anos.

Amélia de Orleães

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Amélia de Orleães
Rainha consorte de Portugal
Princesa de Orleães
Amelie d'Orleans Corcos 1905.jpg

D. Amélia de Orleães em retrato de 1905, por Vittorio Matteo Corcos.

Consorte Carlos I de Portugal
Casa Real Casa d'Orleães e Casa de Bragança-Saxe-Coburgo e Gota
Nome completo
em francês: Marie Amélie Louise Hélène d’Orléans
Nascimento 28 de setembro de 1865
Inglaterra Twickenham, Inglaterra
Morte 25 de outubro de 1951 (86 anos)
França Le Chesnay, França
Sepultamento Panteão Real da Dinastia de Bragança, Mosteiro de São Vicente de Fora, Lisboa
Filho(s) Luís Filipe
Maria Ana
Manuel II de Portugal
Pai Luís Filipe, Conde de Paris
Mãe Maria Isabel de Orleães-Montpensier
Assinatura Assinatura de Amélia de Orleães
Maria Amélia Luísa Helena de Orleães GCNSC (Twickenham, 28 de setembro de 1865Le Chesnay, 25 de outubro de 1951) foi a última rainha de facto de Portugal.
Durante a sua vida, Amélia perdeu todos os seus familiares diretos: defrontou-se com o assassinato do marido, o rei D. Carlos I de Portugal, e do filho mais velho, o príncipe real D. Luís Filipe (episódio conhecido como Regicídio de 1908); vinte e quatro anos mais tarde, recebeu a notícia da morte do segundo e último filho, o rei D. Manuel II; e também ficara de luto com a morte de sua filha, a infanta D. Maria Ana de Bragança, nascida em um parto prematuro, e, em 1920, com a morte do cunhado, o infante D. Afonso de Bragança, Duque do Porto, único irmão do rei D. Carlos I.
Ela foi um dos membros da família real portuguesa exilada após a implantação da república - facto ocorrido a 5 de outubro de 1910 - que visitou Portugal em vida, bem como o último membro a morrer, aos oitenta e seis anos. Amélia de Orleães viveu sofridas décadas de exílio, entre Inglaterra e França, onde aguentou a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
Esta frase estava entre as suas últimas palavras:
Cquote1.svg Quero bem a todos os portugueses, mesmo àqueles que me fizeram mal.

D. Carlos. Rei de Portugal nasceu há 153 anos.

Carlos I de Portugal

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Disambig grey.svg Nota: Para outros monarcas de mesmo nome, veja Carlos I.
Carlos I
Rei de Portugal e Algarves
Reinado 19 de outubro de 1889
a 1 de fevereiro de 1908
Coroação 28 de dezembro de 1889
Antecessor(a) Luís I
Sucessor(a) Manuel II
Esposa Amélia de Orleães
Descendência Luís Filipe, Príncipe Real de Portugal
Maria Ana de Bragança
Manuel II de Portugal
Maria Pia de Bragança (alegadamente, bastarda)
Casa Real Bragança-Saxe-Coburgo-Gota
Nome completo
Carlos Fernando Luís Maria Victor Miguel Rafael Gabriel Gonzaga Xavier Francisco de Assis José Simão de Bragança Sabóia Bourbon e Saxe-Coburgo-Gota[1]
Nascimento 28 de setembro de 1863
Palácio Nacional da Ajuda, Lisboa, Portugal
Morte 1 de fevereiro de 1908 (44 anos)
Praça do Comércio, Lisboa, Portugal
Sepultamento Panteão da Dinastia de Bragança, Igreja de São Vicente de Fora, Lisboa, Portugal
Pai Luís I de Portugal
Mãe Maria Pia de Saboia
Assinatura Assinatura de Carlos I
Carlos I (Lisboa, 28 de setembro de 1863 – Lisboa, 1 de fevereiro de 1908) foi o Rei de Portugal e Algarves de 1889 até seu assassinato. Era filho do rei Luís I de Portugal e sua esposa a princesa Maria Pia de Saboia.[2]
Nascido em Lisboa, foi cognominado "o Diplomata" (devido às múltiplas visitas que fez a Madrid, Paris e Londres, retribuídas com as visitas a Lisboa dos reis Afonso XIII de Espanha, Eduardo VII do Reino Unido, do imperador Guilherme II da Alemanha e do presidente da República Francesa Émile Loubet), "o Martirizado" e "o Mártir" (em virtude de ter morrido assassinado), ou O Oceanógrafo (pela sua paixão pela oceanografia[3], partilhada com o pai e com o príncipe do Mónaco).

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Mais dia, menos dia e...

Misterioso sinal de rádio tem proveniência do espaço

Mesmo que não estejam prontos para relacionar o sinal com existência de vida, os astrónomos estão a considerá-lo suficientemente interessante para manter vigilância.

© NASA
Tech Vida 11:56 - 30/08/16 POR Miguel Patinha Dias
Uma equipa internacional de investigadores descobriu um curioso sinal de rádio com origem no espaço profundo, nomeadamente a 94 anos-luz vindo da constelação Hércules. A confirmação deste sinal foi também acompanhada pela descoberta de mais planetas junto da estrela HD 164595.
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“Ninguém está a dizer que [este sinal] é da autoridade de uma civilização extraterrestre… Mas é provocador o suficiente que os investigadores estão a pedir uma monitorização permanente deste alvo”, escreveu Paul Gilster no seu blogue Centauri Dreams de acordo com o Business Insider. O sinal captado desapareceu entretanto, com os investigadores a manterem-se atentos para a eventualidade de voltar a surgir.
Do pouco que se sabe até agora sobre este sinal, os investigadores estão preparados para admitir que é forte, pelo menos o suficiente para chegar à Terra de uma forma tão clara. “É um pouco mais do que o que toda a humanidade usa neste momento, mais do que toda a energia a ser usada pelas nossas centrais de energia, carros, autocarros, aviões, comboios e por aí”, notou um astrónomo sénior do Instituto SETI, Seth Shostak.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Clima...Preocupante ou será normal?

NASA confirma o agosto mais quente desde há 136 anos
clima agosto2016-09-13 (IPMA)
A NASA confirmou hoje que o mês de agosto foi o mais quente a nível global, desde há 136 anos, igualando o valor de julho de 2016. Nestes dois meses a temperatura média na Terra foi a mais alta desde que há registos instrumentais globais (início em 1880).
Desde outubro de 2015 (11 meses consecutivos) que se verificam recordes mensais de temperatura média global.
A NOAA ainda não publicou os valores relativos a agosto de 2016 mas referiu recentemente, que o mês de julho de 2016 tinha sido o 379º mês com valores superiores à média do século 20, o último com anomalia negativa foi dezembro de 1984.
Em Portugal Continental, os meses de julho e agosto de 2016 igualaram o valor mais alto de temperatura máxima mensal de agosto de 2003 (32,2 °C), sendo os únicos 3 meses cujos valores estão acima de 32 °C (Boletins Climatológicos).
Em relação à temperatura média o mês de julho de 2016 foi o 2º mais quente desde 1931 (início da série), apenas julho de 1989 apresentou um valor de temperatura média mais alto. Agosto foi o 5º mês de agosto mais quente, atrás de 2003, 1949, 2010 e 2005.
No verão de 2016 (junho, julho, agosto) o valor da temperatura máxima do ar, em Portugal continental, foi o mais alto desde 1931, 30,6 °C, cerca de 2,9 °C acima do valor normal 1971-2000. Foi ainda o 2º verão mais quente desde 1931 (depois de 2005) com o valor da temperatura média de 23,0 °C, cerca de 1,8 °C acima do valor médio.
Desde 1931, 6 dos 10 verões mais quentes ocorreram depois do ano 2000, sendo o verão de 2005 o mais quente em 86 anos.

 

Imagens associadas

  • Figura 1: Anomalias mensais de temperatura média global (NASA GISTEMP), julho de 2016
    Figura 1: Anomalias mensais de temperatura média global (NASA GISTEMP), julho de 2016

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Setembro a avisar-nos do Outono.

PRIMEIRA CHUVA DE SETEMBRO

Informação Meteorológica Comunicado válido entre 2016-09-10 18:24 e 2016-09-11 18:24 PRIMEIRA CHUVA DE SETEMBRO Durante a tarde de segunda-feira, dia 12 de Setembro, a nebulosidade vai aumentar gradualmente, havendo condições para aguaceiros, dispersos e pouco frequentes mas que podem ser acompanhados de trovoada, nas regiões do interior durante a tarde.A partir do fim da tarde deverá começar a haver períodos de chuva nas regiões do litoral Norte e Centro que gradualmente, a partir da madrugada de terça-feira, se vão estendendo a todo o território e vão passando a aguaceiros que podem ser fortes e acompanhados de trovoada.A partir da tarde a nebulosidade diminui na região Sul, mas prevê-se que na quarta-feira, dia 14, ainda continue a haver aguaceiros, em especial nas regiões do Norte e Centro.No dia 13 a temperatura deverá sofrer uma acentuada descida, sendo a temperatura máxima prevista para terça e quarta-feira inferio r a 25ºC em todo o território, não ultrapassando 16ºC nas terras altas do interior Norte e Centro.Recomenda-se que se tenha em atenção a possibilidade de inundações devido a acumulação de detritos em condutas de água pluviais.Para mais detalhes sobre a previsão meteorológica para os próximos dias consultar:http://www.ipma.pt/pt/otempo/prev.significativa Sáb, 10 Set 2016 18:24:00

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Belém e seus cantinhos

Torre de Belém
Ora aí está uma foto obtida num destes dias de Verão à beira Tejo. Toda a envolvente à Torre de Belém está aprazível e portanto cuidada. Escusado será dizer que encontramos nas imediações bastos motivos de interesse tais como museus e jardins para só citar alguns. Não esquecer uma visita ao Museu do Combatente onde se regista um passado que, por vezes, vejo com tristeza várias tentativas de denegrir a imagem daqueles que construíram a História Pátria.
Junto à Torre de Belém observemos uma réplica em tamanho real do avião que conduziu Gago Coutinho e Sacadura Cabral à primeira travessia do Atlãntico sul. Mas há mais...

A réplica do avião em que Gago Coutinho e Sacadura Cabral se aventuraram por esses ares além.
 

Setembro à antiga.

Tempo Quente em Portugal continental 2-6 setembro 2016

Informação Meteorológica Comunicado válido entre 2016-09-02 14:59 e 2016-09-06 23:59 Tempo Quente em Portugal continental 2-6 setembro 2016 Devido a um fluxo de ar quente e seco proveniente do norte de África, prevê-se uma subida gradual de temperatura até dia 6 de setembro. Entre os dias 2 e 4 de setembro, a temperatura máxima irá variar entre 30 e 35ºC na generalidade do território, atingindo valores perto de 40ºC no interior do Alentejo, Beira Baixa e Ribatejo. A faixa costeira ocidental irá registar valores de temperatura máxima entre 25 e 30ºC, com ocorrência de nebulosidade matinal e brisa durante a tarde. Nos dias 5 e 6 de setembro, a temperatura máxima irá registar uma ligeira subida, atingindo-se valores entre 35 e 42ºC em quase todo o território continental.Durante este período a temperatura mínima irá igualmente subir, prevendo-se a ocorrência de noites tropicais (temperatura mínima superior a 20ºC), em es pecial nas regiões Centro e Sul e nos dias 5 e 6, podendo atingir-se valores próximos de 25ºC em alguns locais da região Sul.No dia 7 de setembro prevê-se uma descida acentuada de temperatura, em especial da máxima, podendo em alguns locais registar-se uma descida entre 10 e 12ºC.Este comunicado será atualizado diariamente tendo em conta a incerteza associada à previsão de valores extremos de temperatura para o início da próxima semana.Para mais detalhes sobre os avisos meteorológicos emitidos consultar:http://www.ipma.pt/pt/otempo/prev-sam/Para mais detalhes sobre a previsão meteorológica para os próximos dias consultar:http://www.ipma.pt/pt/otempo/prev.significativa Sex, 02 Set 2016 14:59:03

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

O Lago do Muro

Enquanto o bravo javali...
"O som da buzina venatoria fere as montanhas, e echôa nas profundezas do valle. O real veado, surprehendido em seu leito de verdura, ergue-se d'um pulo ao fatal clangor estirando os membros ageis; e depois d'haver interrogado a impregnada aragem, e escutado com ouvido attento, busca refugio nos matos onde alteia sobrelevada a sua ramosa corõa; entretanto o bravo javali corre por entre as moitas intrincadas, e evita o perigo que se aproxima, fugindo por instincto ao ruido da montaria.

Sôa ao longe o latido dos sabujos, que em matilha farejam os passos da rez fugitiva: conjuntamente rebôa o galope de guerreiros ginetes e o clangor das buzinas de caça, tangidas com frequencia por fervidos caçadores.
Redobra mais e mais este ruido longinquo: os cães seguem açodados a pista da venção, e os briosos corceis, contidos por seus cavalleiros, brincam agora impacientes, porque os não deixam ultrapassar as recovas dos alões.
Progride a montaria, e o arruido é cada vez maior. Olfactando a caça, os sabujos embrenham-se nas selvas, e vam descobrir o real fugitivo, que colhido em asylo da charneca, de mau grado o deixa para correr diante dos mastins que inutilmente o perseguem."
(excerto do Cap. I, O Lago do Muro)

sexta-feira, 22 de julho de 2016

A Rapina

Esta pequena flor nasceu de uma planta que viveu entre as pedras que vemos. Era um exemplo de tenacidade e resistência num meio tão agreste. Pois bem; um dia qualquer de um destes dias  uma mão humana achou que estava ali a mais e arrancou-a levando-a para, quem sabe, algum vaso.
 Alguns de entre nós  vivem assim ...sempre que algo de belo surge " toca " a rapinar. 
  

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Da ausência

Estou ausente demasiado tempo ( em meu entender ) deste meu blog. Já aconteceu algumas vezes e o motivo felizmente é sempre o mesmo. Não consigo conjugar o pouco tempo que me resta para além do trabalho que presentemente desempenho na Empresa, para a qual fui contratado, com uma regularidade que queria aqui, neste espaço. As horas livres que disponho utilizo-as no cuidar de algumas prioridades. Dito isto é com um sentimento estranho, não de perca mas de incómodo por, repito, ter de " deixar " para  outra ocasião quiçá breve, ou não, as presenças junto de quem tem a gentileza de me vir visitar. Muito obrigado e até sempre.

terça-feira, 12 de abril de 2016

Os segredos de tudo.

" As casas e as coisas dentro dela começam muito bem, a funcionar lindamente. Quando se quer ligar um apetrecho, liga-se e ele põe-se logo a trabalhar.
   Depois passam uns anos. E, de repente, sem avisar, tudo se complica. Onde antes estava um botão, agora é preciso desligar da tomada, esperar 15 segundos e, mal se carrega no botão, sacudir vigorosamente e, mal começa a piscar, ligar e desligar cinco vezes seguidas o mais depressa possível. Assim - mas só assim -  funciona com perfeição. Que é como quem diz: tal e qual como dantes, quando era novo.
   Entra-se então num período em que cada maquineta, cada porta, cada fechadura tem um particular segredo. É o período de graças: achamos imensa graça aos chamados  " caprichos " da nossa casa. É a prova, convencemo-nos com optimismo alarve, que a casa tem personalidade.
   Este período de graças acaba com surpreendente rapidez. Passa-se então à fase permanente da irritação. O " jeitinho " para ligar o forno começa a requerer um grau de perícia artesanal e de paciência zen que nem sempre está disponível dentro das nossas almas. O " truque " para acender um candeeiro é igual ao que garante fundir a lâmpada de outro. E, com cada dia que passa, é cada vez mais difícil distingui-los.
   Fica-se finalmente com uma saudade furiosa das coisas quando eram novas e simples e fáceis de pôr a funcionar. É deprimente uma casa cheia de coisas que já não são novas e que ainda não se podem deitar fora. Ainda ... " 1

1. Texto da autoria de Miguel Esteves Cardoso.
In Jornal Público

terça-feira, 5 de abril de 2016

Google, os blogues e as novidades de Abril.

Novidades para o fim de abril!
Todos os visitantes conseguirão ver os seus blogues do domínio Blogspot através de uma ligação encriptada ao visitarem https://.blogspot.com. Os links e os marcadores existentes para os seus blogues continuarão a funcionar. Como parte desta alteração, a definição Disponibilidade de HTTPS deixará de estar disponível e os seus blogues terão sempre uma versão HTTPS.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

A tela da Assembleia que eu ( e você ) ajudo a pagar.

Li que a ex - presidente da Assembleia da República Assunção Esteves encomendou um quadro com a sua imagem a uma estrangeira, freira devota, que vai cobrar pela obra 15 mil euros. O quadro será para figurar na Galeria dos Presidentes daquele órgão de soberania.
  A factura é para os mesmos de sempre nos quais eu me incluo sem ser consultado. Aliás terá a srª ex presidente  dado conta da actual situação que o país atravessa ?  Um dos motivos da nossa desgraça colectiva é, por  ex,  as reformas dadas a jovens com quarenta e poucos anos de idade e dez de serviço como é o caso desta ilustre portuguesa. Enfim... para estes casos não há limites mas para a saúde para as reformas ao fim de 30/ 40 anos de descontos e outros  direitos usurpados já a " pintura " é diferente. Por último lamento termos em Portugal tantos e bons retratistas na arte da tela e recorrer-se a uma estrangeira. Sem chauvinismos claro. Acho que a pintora é capaz de conseguir um milagre fazendo com que aquela galeria tenha outro encanto com uma figura feminina entre tantas, como dizer, personalidades.

segunda-feira, 28 de março de 2016

Nova hora

Estamos pois na hora de Verão. Não sendo novidade nenhuma esta situação todos os anos leva sempre a pensar naquilo que nós dependemos do relógio. Acho engraçado pelo menos isso sucede com a minha pessoa procurar encontrar as comparações com o " ontem estava assim hoje está " assado " e por aí adiante.
   Vamos então a ver o que o futuro nos reserva com a nova hora.

quarta-feira, 23 de março de 2016

Dia Meteorológico Mundial

Sessão Evocativa do Dia Meteorológico Mundial
Dia Meteorológico Mundial - 20162016-03-23 (IPMA)
O Dia Meteorológico Mundial é comemorado em todo o mundo a 23 de Março. O IPMA vai assim organizar uma sessão pública, no Pavilhão do Conhecimento, pelas 16:00h, que evocará o papel de Portugal no desenvolvimento da investigação meteorológica e climática à escala global, e onde estão previstos atos públicos que consubstanciam a colaboração do instituto com o setor económico e a comunidade de investigação.
O dia 23 de Março de 2016 tem um relevo particular. Comemoram-se 70 anos da criação do Serviço Meteorológico Nacional que juntou os recursos científicos e observacionais dispersos por diferentes organismos do Estado e os institutos geofísicos universitários, numa instituição nacional, sob a direção do Professor Amorim Ferreira, que passou a representar internacionalmente Portugal em tudo o que respeita à meteorologia e ao clima. Este ano, comemoram-se igualmente os 40 anos da criação do Centro Europeu de Previsão de Tempo a Médio Prazo, organização intergovernamental que lidera a previsão meteorológica a nível mundial e opera atualmente os serviços Clima e Atmosfera, do programa COPERNICUS. Neste contexto, conta o IPMA com a presença e apresentação de palestra científica do Diretor do Centro Europeu entre 2011 e 2015, Professor Alan Thorpe, sobre os limites da previsibilidade do tempo e do clima.
Na sessão evocativa será apresentado o acordo estratégico IPMA-EDP Inovação para as Energias Renováveis, o novo Portal do Clima, desenvolvido em colaboração com a APA, que irá fornecer aos cidadãos informação qualificada sobre a mudança climática, bem como a acordo IPMA-IST sobre a rede acelerométrica e o desenvolvimento em Portugal de alerta sísmico precoce.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

General Inverno... De volta.



TEMPO FRIO, COM CHUVA, NEVE, VENTO E ONDAS

Informação Meteorológica Comunicado válido entre 2016-02-24 19:07 e 2016-02-28 23:59 TEMPO FRIO, COM CHUVA, NEVE, VENTO E ONDAS A partir de sexta-feira dia 26 e durante o fim de semana, prevê-se um agravamento do estado do tempo, com a ocorrência de chuva, por vezes forte, passando gradualmente a regime de aguaceiros, que serão por vezes fortes, e que poderão ser de granizo e acompanhados de trovoadas. Haverá uma significativa queda de neve acima de 1000/1200 metros de altitude, e a cota baixará gradualmente a partir da tarde de sexta-feira, para 400/600 metros de altitude. No sábado, há uma possibilidade de a cota da neve baixar para os 200/400 metros no Minho até ao início da manhã. O vento tenderá a aumentar de intensidade, a soprar de noroeste forte no litoral com rajadas até 80 km/h e forte a muito forte nas terras altas, com rajadas até 100 km/h em especial nas regiões Centro e Sul.Observar-se-á uma descida significa tiva dos valores da temperatura a partir da tarde de sexta-feira. Os valores mínimos no fim de semana deverão variar entre 3 e 6ºC, sendo inferiores nas regiões do interior Norte e Centro, a variar entre ?6º e 0ºC. Os valores das temperaturas máximas não deverão ultrapassar os 10/12ºC, e nas regiões do interior Norte e Centro deverão ser mais baixos, não ultrapassando os 6ºC. No Domingo, deverá ocorrer uma pequena subida da temperatura máxima.Salienta-se ainda o efeito do vento associado às baixas temperaturas, facto que se traduzirá em desconforto térmico. Prevê-se ainda agitação marítima forte, com a altura significativa da ondas na costa ocidental a variar entre 5 e 6,5 metros de altura, no fim de semana.Para mais detalhes sobre a previsão e os avisos meteorológicos para os próximos dias consultar:http://www.ipma.pt/pt/otempo/prev.descritiva/http://www.ipma.pt/pt/otempo/prev.significativa/ Qua, 24 Fev 2016 19:07:05

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Frio em Portugal Continental

Fevereiro de 1956: episódio de frio intenso, longo e sem precedentes em Portugal continental
situação sinóptica às 00 UTC dos dias 11 fevereiro de 19562016-02-16 (IPMA)
Há 60 anos Portugal continental foi afetado por um episódio de frio intenso, longo e sem precedentes.
Nos dias 11 e 12 de fevereiro de 1956, registaram-se valores de temperatura mínima extremamente baixos, devido à influência de uma massa de ar muito frio com trajeto continental, que se movimentava na circulação de um vasto anticiclone localizado a Sul da Islândia (Figura 1).
Nestes dois dias quase todo o território apresentou valores de temperatura mínima inferior a 0 °C (com exceção de Cabo Carvoeiro e Sagres). Valores de temperatura mínima inferiores a - 10 °C observaram-se nas regiões do interior Norte e Centro: -16.0 °C em Penhas da Saúde; -14.0 °C em Lagoa Comprida; -13.3 °C em Penhas Douradas; -12.3 °C na Guarda; -10.8 °C em Montalegre; -10.0 °C em Miranda do Douro, Moimenta da Beira e Arouca/Serra da Freita. -16.0 °C, valor de temperatura mínima observado no dia 12, na estação meteorológica de Penhas da Saúde (Serra da Estrela) é ainda o extremo absoluto da temperatura mínima em Portugal continental.
Episódio longo de frio intenso
Durante todo o mês de fevereiro os valores da temperatura do ar (máxima e mínima) foram muito baixos. Valores de temperatura máxima inferiores a 0 °C (ice days) observaram-se nas regiões de maior altitude do território; na região da Serra da Estrela o número de dias com valores de temperatura máxima inferiores a 0 °C variou entre 14 (Penhas Douradas) e 20 (Lagoa Comprida).  Nas regiões montanhosas do Norte e Centro observaram-se temperaturas mínimas abaixo de 0 °C durante todo o mês, sendo mesmo abaixo de – 5 °C em mais de metade dos dias do mês.  Outros valores extremos de temperatura mínima (não ultrapassados): -9.5 °C, Marvão (dia 11); -8.5 °C, Marinha Grande (dia 11); -6.3 °C, Salvaterra de Magos (dia 12); -6.0 °C, Dois Portos (dia 13);-5.8 °C, Melgaço (dia 11);-5.3 °C, Setúbal (dia 12); -5.0 °C, V.R. Sto António (dia 14); -5.0 °C, Évora (dia 11); -3.0 °C, Buarcos (dia 11); -2.8 °C, Lisboa/Tapada (dia 12); -1.2 °C, Lisboa/Geofísico (dias 11 e 12); Monte Estoril: -0.9 °C, dia 11.

Onda de frio

Considera-se que ocorre uma onda de frio quando num intervalo de pelo menos 6 dias consecutivos, a temperatura mínima diária é inferior em 5°C ao valor médio diário, no período de referência.
De 3 a 8 de fevereiro de 1956 ocorreu uma onda de frio, em alguns locais das regiões de Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo litoral. No período de 10 a 25 de fevereiro ocorreu uma onda de frio, afetando as regiões do Norte e Centro do território e a região de Lisboa. Esta onda, pela sua duração (13 dias, regiões da Serra da Estrela e nordeste transmontano), extensão espacial, intensidade e severidade pode ser considerada a mais significativa observada desde 1941.
Fevereiro mais frio desde 1931
O mês de fevereiro de 1956 foi o mais frio observado em Portugal desde 1931; a anomalia (em relação ao valor médio 1971-2000) da temperatura média foi de -4.7 °C, a da temperatura mínima, -5.0 °C e a da temperatura máxima, -4.9 °C.
Outros episódios de frio
  • É nas décadas de 40, 50, 70, e em particular, nas regiões do interior Norte e Centro, que se regista a maior frequência de ocorrência de ondas de frio.
  • A frequência de ocorrência de ondas de frio tem diminuído significativamente nos últimos 35 anos.
  • Fevereiro de 1956: episódio de frio excecional. Anomalias da média da temperatura mensal: temperatura média, -4.7 °C; mínima, -5.0 °C; máxima, -4.9 °C (em relação ao valor médio 1971-2000).
    Extremos absolutos da temperatura mínima. Onda de frio longa, intensa e severa
  • Uma exceção notável ocorreu na onda de frio em Fevereiro de 1983, com a duração entre 6 e 11 dias.

 
 

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Asmodeu

 Perfazem hoje hoje 160 anos sobre o dia em que começa a publicar-se, o jornal Asmodeu, primeiro periódico humorístico editado em Portugal.

“um semanário burlesco e não político. Fundado pelo ex-visconde de Borratem, e ílustrado por Nogueira da Silva. Tem como lema “ridendum dicere verum quid vetat ? Castigat ridendo mores”, e no seu primeiro edital pode-se ler: «Asmodeu e a cafila de diabos seus companheiros, tinham grandes desejos de se apresentar ao publico em mais brilhante equipagem e com adornos mais ricos. Têem porém, tido que luctar com grandes dificuldades para apparecerem assim mesmo, porque tudo são impecilhos n’este paíz em que se encontram, sem bilhete de residencia, nem recommendação propria ou estranha.»
«Com auxílio que mandaram vir do Inferno e que devem chegar pelo primeiro wagon do caminho de ferro de leste, esperam poder para o futuro satisfazer a espectativa publica.»
«Desculpem a modestia do réclame e esperem-lhe pela pancada.»

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Outras terras...Outras gentes ?


 
E
Esta senhora estava no exercício da sua profissão de despertador humano!!!
A profissão de “despertador humano” existiu até meados do século passado.
Tratava-se de pessoas contratadas para acordarem outras, foi muito “usada” sobretudo após a revolução  industrial, na Irlanda e na Inglaterra, onde eram conhecidos como knocker-up ou knocker-upper.
A senhora da imagem acima estava, nada mais, nada menos, do que a soprar ervilhas para uma janela,  para que o trabalhador se levantasse e desse mostras de estar já acordado.
Também eram utilizados outros “utensílios” tais como pedras, paus, canas, etc&hellip.
Aqui ficam mais imagens: