Este blogue é pessoal e sem fins lucrativos. Se sentir que eu estou a infringir os seus direitos de autor(a) agradeço que me contacte de imediato para eu remover o referido conteúdo: / This blogue is a non-profit and personal website. If you feel that your copyright has been infringed, please contact me immediately: pintorlopes@gmail.com

26.11.21

CAÇA NA MIRA...

 

PJ Militar investiga suspeitas de caça ilegal em Alcochete

A Polícia Judiciária Militar (PJM) está a investigar um caso de caça ilegal no campo de tiro de Alcochete, no qual são suspeitos militares e civis, confirmou à Lusa fonte oficial.

PJ Militar investiga suspeitas de caça ilegal em Alcochete
Notícias ao Minuto

25/11/21 13:06 ‧ Há 4 Horas por Lusa

País Alcochete

A notícia foi confirmada à agência Lusa pelo porta-voz da Polícia Judiciária Militar (PJM), Marco Ermidas, após ter sido avançada pela CNN Portugal.

De acordo com o porta-voz, a PJM está a investigar um "caso de caça ilegal no campo de tiro de Alcochete", nos quais os suspeitos envolvidos são "militares e não militares".

Esta investigação já decorre "há mais de seis meses", acrescentou, sem adiantar mais pormenores, alegando que "o processo se encontra em segredo de Justiça".

Segundo a CNN Portugal, em causa estão "suspeitas de corrupção, além de outros crimes, investigados a partir de uma pista relacionada com eventos de caça, semiclandestinos, realizados em plena reserva militar do Campo de Tiro de Alcochete, sob a tutela do Estado-Maior da Força Aérea".

Este órgão de comunicação social noticia ainda que a investigação "partiu de denúncias internas" e "aponta para favorecimento, ao mais alto nível, a empresários que são convidados para caçadas, acompanhados de altas patentes militares, nomeadamente generais".

De acordo com a CNN Portugal, além dos indícios de que aquela atividade ali ocorre "à revelia do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas", existem "suspeitas de contrapartidas financeiras para os responsáveis militares, uma vez que os convidados em causa gerem empresas que têm contratos públicos celebrados com as Forças Armadas".

A agência Lusa tentou contactar a Força Aérea, mas até agora sem resposta.