quarta-feira, 24 de abril de 2019

Benavente. Efeméride.

110 anos do sismo de Benavente

sismo  
2019-04-24 (IPMA)

Em 23 de abril de 1909, pelas 17:40, ocorreu o maior sismo do século XX com epicentro no interior do território continental, tendo atingido uma magnitude 6.0 (magnitude momento sísmico) e uma intensidade máxima X (Escala de Mercalli modificada, 1931) na zona de Benavente e Samora Correia. O campo macrossísmico foi particularmente extenso, tendo havido efeitos materiais (intensidade VI ou superior) em Lisboa, Setúbal e Évora.
O terramoto foi também bastante sentido em Espanha, com intensidade V (MM, 31) numa área bastante vasta, desde a fronteira com Portugal abarcando Cáceres e Ciudad Real. O sismo provocou cerca de 40 vítimas mortais, tendo gerado enorme destruição na zona epicentral.
O facto de ter ocorrido durante a tarde, em que grande parte da população local estava a trabalhar nos campos agrícolas, pode ter ajudado ao relativamente baixo número de vitimas mortais considerando o nível de destruição que foi observado. A atividade sísmica que se seguiu foi particularmente intensa tendo-se registado cerca de 270 réplicas durante os primeiros 12 meses após o sismo. Em anexo apresentamos um testemunho da época, extraído do "caderno da casa agrícola e assuntos pessoais" de António Plácido Pinto de Azevedo (1880-1929).

terça-feira, 23 de abril de 2019

Livros.

Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


 O Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor (também chamado de Dia Mundial do Livro) é um evento comemorado todos os anos no dia 23 de Abril, e organizado pela UNESCO para promover a o prazer da leitura,[1] a publicação de livros e a protecção dos direitos autorais.

 O dia foi criado na XXVIII Conferência Geral da UNESCO que ocorreu entre 25 de Outubro e 16 de Novembro de 1995.[2]
 
A data de 23 de Abril foi escolhida porque nesta data do ano de 1616 morreram Miguel de Cervantes, William Shakespeare e Garcilaso de la Vega.[3] Para além disto, nesta data, em outros anos, também nasceram ou morreram outros escritores importantes como Maurice Druon, Vladimir Nabokov, Josep Pla e Manuel Mejía Vallejo.[4]
 
Todos os anos são organizados uma série de eventos ao redor do mundo para celebrar o dia.[1][5]

sábado, 20 de abril de 2019

Um Senhor que governou e nada roubou.

Ver a imagem de origem
«Devo à Providência a graça de ser pobre: sem bens que valham, por muito pouco estou preso à roda da fortuna nem falta me fizeram nunca lugares rendosos, riquezas, ostentações.
 E para ganhar, na modéstia a que me habituei e em que posso viver, o pão de cada dia, não tenho de enredar-me na trama dos negócios ou em comprometedoras solidariedades. Sou um homem independente.

Nunca tive os olhos postos em clientelas políticas nem procurei formar partido que me apoiasse mas em paga do seu apoio me definisse a orientação e os limites da acção governativa.
 Nunca lisonjeei os homens ou as massas, diante de quem tantos se curvam no Mundo de hoje, em subserviências que são uma hipocrisia ou uma abjecção.
 Se lhes defendo tenazmente os interesses, se me ocupo das reivindicações dos humildes, é pelo mérito próprio e imposição da minha consciência de governante, não por ligações partidárias ou compromissos eleitorais que me estorvem.
 Sou, tanto quanto se pode ser, um homem livre.

Jamais empreguei o insulto ou a agressão de modo que homens dignos se considerassem impossibilitados de colaborar. No exame dos tristes períodos que nos antecederam esforcei-me sempre por demonstrar como de pouco valiam as qualidades dos homens contra a força implacável dos erros que se viam obrigados a servir. E não é minha a culpa se, passados vinte anos de uma experiência luminosa, eles próprios continuam a apresentar-se como inteiramente responsáveis do anterior descalabro, visto teimarem em proclamar a bondade dos princípios e a sua correcta aplicação à Nação Portuguesa. Fui humano.

Penso ter ganho, graças a um trabalho sério, os meus graus académicos e o direito a desempenhar as minhas funções universitárias. Obrigado a perder o contacto com as ciências que cultivava, mas não com os métodos de trabalho, posso dizer que as reencontrei sob o ângulo da sua aplicação prática; e, folheando menos os livros, esforcei-me em anos de estudo, de meditação, de acção intensa, por compreender melhor os homens e a vida. Pude esclarecer-me.

Não tenho ambições. Não desejo subir mais alto e entendo que no momento oportuno deve outrem vir ocupar o meu lugar, para oferecer ao serviço da Nação maior capacidade de trabalho, rasgar novos horizontes e experimentar novas ideias ou métodos.
 Não posso envaidecer-me, pois que não realizei tudo o que desejava; mas realizei o suficiente para não se poder dizer que falhei na minha missão. Não sinto por isso a amargura dos que merecida ou imerecidamente não viram coroados os seus esforços e maldizem dos homens e da sorte. Nem sequer me lembro de ter recebido ofensas que em desagravo me induzam a ser menos justo ou imparcial.

 Pelo contrário: neste país, onde tão ligeiramente se apreciam e depreciam os homens públicos, gozo do raro privilégio do respeito geral. Pude servir.

Conheci Chefes de Estado e Príncipes e Reis e ouvi discretear homens eminentes de muitas nações, ideologias e feições diversas sobre as preocupações de governo, os problemas do Mundo ou as dificuldades dos negócios.

Pude comparar.

E assim, sem ambições, sem ódios, sem parcialidades, na pura serenidade do espírito que procura a verdade e da consciência que busca o caminho da justiça, eu entendo que posso trazer ao debate um depoimento.»




Dr: António de Oliveira Salazar in «Discursos e Notas Políticas».

sexta-feira, 19 de abril de 2019

Notre - Dame


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Há coisas que a mim me fazem confusão… porque não ardem mesquitas, templos maçons, porque só as igrejas católicas são auto-inflamáveis?!



Continuo com tantas dúvidas em tantos temas, por exemplo, anda tudo preocupado com o dinheiro oferecido para a reconstrução da Catedral que podia servir para matar a fome a crianças, mas não se importam de dinheiro roubado através de impostos aos mais pobres através do IVA, IMI, nas bombas de gasolina, o dinheiro roubado através de impostos não preocupa, o que é dado, sem coerção, aqui del rei…

Não se preocupam absolutamente nada com gastos em arraiais faraónicos pagos pelo contribuinte mas estão muito preocupados com o dinheiro doado por privados…agora já sabem que há fome e miséria e hospitais sem meios? Ficaram espertos de repente…

Serão os mesmos que não se preocuparam que os estados roubassem a Igreja católica e todas as suas ordens religiosas, com Igrejas, conventos, a cair de podres, ou transformando-as em casernas, ou prisões, entre outros fins porno**áficos?
Serão os mesmos que andam muito preocupados apenas com a pe**filia na Igreja católica, e não perguntam qual é a taxa de ped**ilia nas igrejas protestantes, na maçonaria quantos são pedófilos, os templos maçons são fechados a sete chaves, será para esconder algumas práticas que promovem, na classe política, por exemplo qual é a percentagem de pe**filos? Sendo a classe política quase toda filiada nas lojas era interessante saber quantos são pedófilos, a favor da sharia…

Serão os mesmos que tanto se preocupam agora com a catedral e quando as cruzes são apagadas a photoshop dos iogurtes gregos pelo LIDL, pela Nestlé, não acham nada de mal…



Gago Coutinho



terça-feira, 16 de abril de 2019

Plano Kalergi.



https://www.youtube.com/watch?v=aLLhqH3-lkA




                                                       Para quem quiser entender !



quinta-feira, 11 de abril de 2019

O ciclista ...Vai em silêncio como nos sonhos.



                          Sei muito bem o que significam os sentimentos aqui descritos. 



terça-feira, 9 de abril de 2019

Cancro digestivo. Atenção aos sintomas.


Notícias ao Minuto
Há 11 Horas por Liliana Lopes Monteiro  
Lifestyle Doenças que matam
O cancro digestivo representa 10% da mortalidade portuguesa, um grave problema de saúde pública que tem registado uma subida nos últimos anos e que agrupa três das doenças que mais matam no nosso país: cancro do Cólon e do Reto, cancro do Estômago e cancro do Fígado.
O cancro do Colón e do Reto é a primeira causa de morte por cancro no nosso país, com uma incidência de cerca de sete mil novos casos por ano e um registo de quatro mil mortes anuais, sendo detetado principalmente a partir dos 50 anos. Contudo, este é provavelmente o tipo de cancro que será mais fácil de evitar com medidas adequadas de prevenção.
"O tabagismo, a obesidade, a diabetes mellitus tipo 2 e a alimentação rica em gorduras e carne vermelha são historicamente associados ao aparecimento de cancro colo-retal, embora estas associações não estejam tão bem estabelecidas", alerta Sandra Custódio.
Os sintomas são variados, mas marcantes. "A perda de sangue nas fezes é um sinal de alarme, que deve fazer o utente recorrer ao médico assistente num curto espaço de tempo, uma vez que corresponde à forma de apresentação mais comum. Alteração dos hábitos intestinais (alternância entre diarreia/obstipação), cólicas abdominais e sensação de esvaziamento intestinal incompleto, correspondem também a sintomas de alerta. O cansaço, a perda de apetite, e a perda de peso, não explicadas por outra causa, estão geralmente associados a uma doença mais avançada", explica a médica.
A verdade é que morre um português por hora vítima de cancro digestivo: os números são gritantes e é necessário criar medidas para os travar - Sandra Custódio explica em entrevista ao Lifestyle ao Minuto tudo aquilo que deve saber sobre este cancro tantas vezes fatal.
O que é o cancro colo-retal?
O cólon e o reto fazem parte do aparelho digestivo e compõem o intestino grosso. O cólon é a primeira porção do intestino grosso (120 a 150 cm) e o reto a última parte (10 a 12 cm).
O cancro do cólon e reto começa frequentemente num pólipo que é um crescimento anómalo de tecido epitelial na parede do intestino. Nem todos os pólipos se transformam em cancro. Os pólipos podem ser removidos antes de se tornarem malignos. Se forem identificadas células malignas no pólipo removido, o doente pode ficar curado, desde que este seja superficial. Quando os pólipos não são removidos e sofrem transformação maligna, podem invadir as várias camadas do órgão e podem disseminar-se pelo organismo.
Quais os órgãos que afeta?
Afeta o intestino grosso (cólon e reto). Quando se torna uma doença avançada com capacidade de disseminação, os órgãos mais frequentemente afetados são o fígado e o pulmão, podendo atingir qualquer órgão.
Quais são os sintomas deste tipo de tumor?
A perda de sangue nas fezes é um sinal de alarme, que deve fazer o utente recorrer ao médico assistente num curto espaço de tempo, uma vez que corresponde à forma de apresentação mais comum. Alteração dos hábitos intestinais (alternância entre diarreia/obstipação), cólicas abdominais e sensação de esvaziamento intestinal incompleto, correspondem também a sintomas de alerta. O cansaço, a perda de apetite, e a perda de peso, não explicadas por outra causa, estão geralmente associados a uma doença mais avançada.
Quais são as causas para o aparecimento desta patologia? Existem fatores de risco que contribuem para o seu aparecimento?
A idade é o principal fator de risco, em que 90% dos casos são diagnosticados em indivíduos com mais de 50 anos. Outros fatores de risco a ter em conta são a Doença Inflamatória Intestinal, como a Colite Ulcerosa e a Doença de Crohn, e história familiar de cancro colo-retal, sobretudo em familiares de primeiro grau e/ou idades de diagnóstico jovens (<50 2="" a="" alimenta="" anos="" ao="" aparecimento="" associa="" associados="" bem="" cancro="" carne="" colo-retal="" de="" diabetes="" e="" em="" embora="" es="" estabelecidas.="" estas="" estejam="" gorduras="" historicamente="" mellitus="" n="" o="" obesidade="" p="" rica="" s="" t="" tabagismo="" tipo="" vermelha="">Geralmente surge em que idade?
A grande maioria surge em indivíduos com mais de 50 anos, sendo a idade mediana de diagnóstico 72 anos. No entanto, pode surgir em qualquer idade, não devendo ser descurados os sintomas e sinais de alarme já referidos, que justificam investigação.
Afeta igualmente ambos os sexos?
É mais frequente nos homens que nas mulheres. Nos países desenvolvidos, cerca de 1 em cada 20 homens e 1 em cada 35 mulheres irá desenvolver cancro colo-retal ao longo da vida.
Também afeta crianças?
O Cancro colo-retal raramente afeta crianças. Está associado a alterações genéticas/hereditárias e história familiar de cancro em idades jovens. É geralmente mais agressivo e associado a um pior prognóstico, quando comparado com os adultos. Dada a sua raridade, o grau de suspeição é baixo, conduzindo a diagnósticos mais tardios.
Em Portugal qual é a incidência deste tipo de cancro?
O cancro colo-retal é o cancro mais frequente em Portugal, com cerca de 7000 novos casos/ano. Corresponde à primeira causa de morte por cancro, sendo responsável por cerca 4000 mortes/ano.
E no mundo?
O cancro colo-retal, é o terceiro mais comum no mundo, e a quarta causa de morte por cancro. A incidência mantém tendência crescente, com 1.8 milhões de novos casos/ano.
É geralmente fatal?
O prognóstico e a possibilidade de cura, vai depender do estadio (extensão) da doença. Quando diagnosticada precocemente, a taxa de cura ronda os 90%.
Atualmente, com a aposta em programas de rastreio e com a educação para a saúde, alertando para os sinais de alarme (perda de sangue nas fezes, alterações dos hábitos intestinais…), que devem fazer os utentes recorrer ao médico, a taxa de cura ultrapassa os 60%.
Como é feito o diagnóstico?
O diagnóstico definitivo de cancro é realizado a partir da análise histológica de tecido, obtido através de uma biópsia. Esta biopsia poderá ser da lesão tumoral primária do intestino (acessível por colonoscopia) ou, mais raramente e em caso de doença avançada, de alguma lesão metastática à distância, como do fígado ou do pulmão. Exames de imagem, como o TAC e a ressonância magnética, no caso do reto, são essenciais para o estadiamento da doença, ou seja, para definir qual a extensão da doença, por forma a decidir qual a melhor estratégia terapêutica.
Quais são os tratamentos mais eficazes?
O tratamento vai sempre depender do estadio (extensão) da doença. Hoje em dia a estratégia terapêutica deve ser delineada em Consultas de Grupo Multidisciplinares, onde estão presentes profissionais de saúde de diversas áreas e especialidades (Oncologia, Radioncologia, Cirurgia, Gastrenterologia, Radiologia, Anatomia Patológica, Psicologia, etc). Está demonstrado que a discussão multidisciplinar pode alterar o tratamento de cada situação e aumenta a sobrevivência global, sobretudo em situações de doença avançada.
Em situações de cancro precoce, a exérese de pólipo por colonoscopia, pode ser o único tratamento necessário. Na maioria dos casos o tratamento que vai ditar a cura é a cirurgia. É essencial a remoção do tumor com margens livres e de gânglios linfáticos regionais.
No caso de doenças localmente avançadas (gânglios regionais metastizados, ou presença de outros fatores de risco) o tratamento é geralmente multimodal. Engloba a cirurgia, a realização de quimioterapia, e no caso do cancro do reto deve ser equacionada a possibilidade de realização de radioterapia associada ou não à quimioterapia, antes do tratamento cirúrgico. A combinação destes tratamentos reduz o risco de recidiva e aumenta a sobrevivência global. Em situações de metastização à distância, falar em cura é mais difícil, no entanto, está demonstrado, que quando possível, há benefício em erradicar toda a doença visível (tumor primário e metástases). Para isso podem ser combinadas várias armas de tratamento: quimioterapia associada ou não a outros tratamentos sistémicos (anticorpos monoclonais), cirurgia (tumor primário e/ou metástases), radioterapia (tumor primário e/ou metástases), técnicas de ablação, etc. O tratamento multimodal pode conduzir à cura, e quando isso não é possível, aumenta o tempo livre de doença e a sobrevivência global.
Qual é o prognóstico para o futuro, há esperança de se vir a encontrar uma cura?
A melhor forma é apostar na sua prevenção, evitando os fatores de risco conhecidos, e no seu diagnóstico precoce. É essencial a promoção de hábitos de vidas saudáveis: dieta equilibrada, prática regular de exercício físico, qualidade do sono (cerca de 8 horas diárias).
Em Portugal, está implementado um programa de rastreio, cujo principal objetivo é o diagnóstico de lesões pré-malignas ou de lesões malignas em estadio inicial. Este programa assenta na realização de Pesquisa de Sangue Oculto nas Fezes a indivíduos assintomáticos entre os 50 e os 74 anos, a cada 2 anos. Sempre que o teste for positivo, é mandatória a realização de uma colonoscopia total diagnóstica. Este exame para além de fazer o diagnóstico de lesões malignas, deteta pólipos adenomatosos, que podem ser removidos durante o exame. Estes pólipos adenomatosos correspondem a lesões precursoras de cancro, que quando identificadas e excisadas atempadamente, é evitada a sua progressão para cancro.
Para o caso de doenças mais avançadas, existem cada vez mais ferramentas de diagnóstico e monitorização de doença, assim como novos tratamentos.
Um exemplo é a utilização da biópsia líquida, uma ferramenta inovadora, que no cancro colo-retal, começa a dar os primeiros passos na prática clínica. Distingue-se das biópsias de tecido convencionais, por ser uma técnica simples, não invasiva, cujos resultados poderão estar disponíveis rapidamente. Esta técnica consiste numa colheita de sangue e posterior análise do material genético tumoral em circulação. Em alguns casos, permite a caracterização do perfil molecular do tumor, e consequentemente contribui para uma escolha terapêutica mais diferenciada e célere, de acordo com as alterações encontradas, aumentando assim a probabilidade de sucesso. Assim, prevê-se que a utilidade das biópsias líquidas venha a ser, num futuro próximo, bastante abrangente, com impacto a nível do diagnóstico, do tratamento e monitorização da doença ao longo do tempo, podendo inclusive antecipar a sua progressão.
A evolução e desenvolvimento deste tipo de técnicas, em várias áreas da Oncologia, antecipam que a Medicina de Precisão será também uma realidade no cancro colo-retal, em que o tratamento desta doença será adaptado a cada indivíduo, com a perspectiva de potenciar a eficácia e minimizar os efeitos secundários.