quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Afinal de quem era a culpa?

 

 Há Pouco mais de um ano procederam a um despedimento colectivo alegando os mesmos motivos que referem agora para a comunicação social  *e que custou seis milhões de euros **  . Agora voltam à carga. Com que fim !!???

* Jornal Destak 31-8-2011.

** Pagos pelos colaboradores na ocasião dispensados com a perca dos seus postos de trabalho.

       

      Claro que como " da outra vez " a culpa é de alguns trabalhadores, da crise, do jogo online etç e tal.. Nunca, jamais daqueles que desempenham funções de topo. E depois vêm apelar ao Estado para os ajudar. Coitadinhos. Tenho tanta pena deles. Gostaria de os ver  era deixarem -se destes patéticos apelos e manterem os postos de trabalho existentes ( coisa que sabemos não os preocupa ) e serem pessoas de estatura moral suficiente para não empobrecerem ainda mais a região que em má hora os acolheu ou seja, a minha, Cascais.

  Ou muito me engano ou  preparem-se pois que em breve vamos ter mais uns quantos no desemprego. Se acusados de tal se dever a má gestão ou algo mais banal os, ou o, ( supostos ou suposto ) causador destes dramas sociais  como de costume, rejeitarão todas as acusações repetitivamente. Disto tenho a certeza!

Mesmo com lucros de milhões...

           a noticia acima é de Fevereiro de 2010.                   

 Esta é de hoje !!!

Casinos portugueses perdem mais de 9 milhões de euros em receitas de jogos

31 | 08 | 2011   12.57H
As receitas de jogo dos onze casinos nacionais caíram 9,1 milhões de euros no primeiro semestre deste ano em termos homólogos, totalizando 158,6 milhões de euros, o montante mais baixo dos últimos doze semestres.
Destak/Lusa | destak@destak.pt
As contas relativas ao mercado nacional constam do relatório semestral do grupo Estoril-Sol, que controla os casinos do Estoril, Lisboa e da Póvoa de Varzim, e evidenciam o decréscimo sucessivo das receitas devido “à crise económica e financeira (…) a par da crescente e impune proliferação do jogo online, sem qualquer ação preventiva ou repressiva por parte do Estado”.
Nas máquinas automáticas, as receitas registaram uma quebra de 5 por cento, enquanto os jogos bancados (como a roleta), que representaram 16,4 por cento das receitas de jogo dos casinos, tiveram um decréscimo de 7,8 por cento.*

 * Final da citação do jornal Destak.

 Eu suponho que os trabalhadores  agora ainda no activo deverão ser culpabilizados por algum furacão semelhante ao que a Polícia Judiciária em 2010 denominou de " Operação " e que mexeu ( por supuesto hombre .), ali para aquela zona do Estoril e que causou danos de muitos milhares de euros.  Os tais 6 milhões ?... que custou aos trabalhadores ( mais humildes ) o seu posto de trabalho  para resarcir ( supostamente , claro ) a " casa " dos danos causados pelo furacão " Operação ".
    Resarcir, ante os acionistas uma gestão no mínimo danosa.
     ( supostamente claro. ) Se assim não procedessem quem seriam  culpabilizados?   Quem ? Pois é. " Quando o mar bate na rocha quem se lixa é o mexilhão " Dizemos nós Homens de Cascais quando o mar está bravio.
   Os maus da " fita " os intocáveis do topo  decidiram  o despedimento colectivo à revelia da mais elementar das cláusulas do vigente Código do Trabalho  ( são públicos os motivos e razões apresentadas )e em sinistro aproveitamento do estado geral do País  fazendo tábua rasa da própria legislação do sector. Assim  mataram dois coelhos com uma cajadada  " pensaram eles de que " como diria um conhecido dirigente desportivo. Se o Tribunal decidir a favor dos colaboradores que depositaram na Justiça todas as suas esperanças então é que  os tais do topo vão sentir-se mexilhões. 
Será então um furacão de que nome ? Eu já tenho um nome: Justiça.


                                                                                                                               " Justiça "


A região de Cascais necessita que o seu nome honrado por gerações não seja vilipendiado impunemente.                                                    

Princesa Diana .


         Ladi Di. 
                      Faz hoje precisamente quatorze anos que desapareceu esta singular e querida personalidade.

                      Pouco haverá a dizer que não tenha sido já exaustivamente referido em todos os quadrantes da vida social. De mim apenas uma palavra.       Saudade.


                                                                                             
                                              

                                                            
         "  Faleceu em Paris, num acidente de viação a Princesa do Povo, 36 anos, divorciada, há um ano, do principe Carlos, herdeiro do trono britânico."                                                                  
                                                           
  Assim foram as tristes noticias desse 31 de Agosto de 1997.   Tão longe e tão perto.       

Momento agrícola.


Pessegueiro   * 1

 Mesmo após os ataques da mosca do Mediterrâneo, dos ventos terríveis do mês de Julho e de uma atmosfera algo atípica o meu pessegueiro ofereceu-me uma farta colheita de frutos.
  Acho-me merecedor pois tratei dele com todos os carinhos.



Uma pequena amostra da colheita  * 2
Assim e ainda que um ou outro fruto aparecesse com sinais de ataques da mosca a maioria estavam sãos. Devido à presença de inúmeras abelhas na altura da floração evitei utilizar insecticidas para as não molestar não fora esse facto e teria uma colheita de 100%. Mas não me arrependo. 
Tive, também, uma extraordinária vindima de uvas morangueiras. Foi o que se pode chamar um ano record.
Ao contrário do pessegueiro esta videira poucos cuidados exige.
                                                
As minhas uvas morangueiras. *  3


Fotografias de Zé Pinto Lopes.
 
                                                 

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

As esferas de Klerksdorp ( Wonderstone ). Obra humana ?

Aqui está algo que no minimo acho estranho. Dizem por essa internet que foram descobertas numa mina de prata aqui há uns anos umas esferas, cerca de 200, incrustadas numa rocha de pirofilita.

Pedaço de pirofilita ( Entre outras propriedades é utilizada na indústria cerâmica, porcelana, asfaltos, etc... )

  Retiradas dessa rocha foram as ditas esferas submetidas a análises de rádio-isopo.
Esfera do Museu de Klerksdorp
  Em resultado destas análises atribuiram-lhes a idade de alguns largos milhares de anos. O seu tamanho oscila entre a 1 e as 4 polegadas ou seja de 2,5 cm  a 10 cm. Compostas de uma liga de niquel e aço não natural o que se deduz como obra alheia à mãe natureza.
Uma das esferas com um furo.
  As esferas analizadas apresentam caracteristicas singulares tais como um traço ao redor ( tipo linha do equador ) ou o que queiramos comparar a isso. Algumas um furo preciso.Algumas possuem uma camada de 1/4 de polegada = 1,25 cm. Dizem que não houve forma de as abrir todas apesar dos meios utilizados, tanto na Africa do Sul como nos Estados Unidos para onde foram enviados alguns, se não a totalidade dos exemplares para estudo.Nem um risco nem outro dano ocorreu. Porém algumas estranhamente, ou não, foram abertas e o seu conteúdo revelou um material esponjoso que se desintegrou em pó  logo que entrou em contacto com o oxigénio.
Lua de Saturno.   Iapetus.
 Como referi acima as esferas têm ao redor uma linha parecida com a que representamos o equador mas houve quem descobrisse semelhanças com uma das luas de Saturno, a lua Iapetus.
Esfera com furo.
 Segundo dizem na net e não pude comprovar existe no Museu Africano de Klerksdorp uma esfera destas em exposição devidamente isolada e protegida que denota uma estranha particularidade. Gira sobre si própria num movimento alheio a qualquer vibração exterior.
 Segundo ainda li os cientistas consideram estes, chamemos-lhes,  " objectos " como manufacturados ou de origem inteligente e não casuistica da natureza. Assim,  atendendo a isto e se for veridico, daí eu tentar encontrar alguma referência no museu de Klerksdorp,  sem sucesso, leva-me com todas as reservas estarmos em presença de algo muito estranho. Será verdade a existência destas esferas ? Será verdade que tudo o que delas dizem corresponde ? Ou será simplesmente mais um embuste para nos atormentar ? Há quem defenda e não me causa pejo concordar que a ser verdade a industria militar tem todo o interesse em silenciar a descoberta. Até as religiões seriam duramente afectadas. Afinal quem elaborou as esferas de Wonderstone ?
Há milhões de anos ? Com que fim ?

      Klerksdorp - Fundada em 1837 numa das margens do Schoonspruit por Jacob de C'lerq o primeiro magistrado desta então pequena comunidade rural. Em meados de 1886 foi descoberto ouro e, desde então, o que era rural passou a " evoluir " para uma comunidade mineira de garimpagem do metal nobre. As raizes rurais mantiveram-se dada a benignidade do clima e do solo que, tal como a exploração mineira, chegaram aos nossos dias com notável sucesso .  
                                                                             Clique sobre o filme e interrogue-se .                                              

sábado, 27 de agosto de 2011

Da ausência


 Devido a alguns afazeres tenho-me ausentado deste meu agradável e reconfortante lugarejo da escrita. Quando chega a hora de escrever algo vejo-me no dilema de ou fazê-lo ou ir " contar carneiros ". O resultado está bom de ver.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Que se passa ?

Eis uma interrogação ( mais uma ) que me ocorreu. Estava a seguir o noticiário pela televisão quando, entre as banalidades lá da Líbia e os acidentes por cá, um deles me chamou a atenção pelo seu invulgar. Foi que numa aldeia no norte do País, Fervença ( Celorico de Basto ) na qual   decorriam umas festividades tinha surgido repentinamente um vendaval de vento e chuva  do qual havia a lamentar um morto e cinco feridos em consequência de destroços de uma estrutura que não resistira à fúria dos elementos. Até aqui tudo " normal ", mas, o insólito, foi isto ter acontecido pouco depois de terminar uma procissão em honra de Nossa Senhora do Calvelo no preciso momento em que alguns andores entravam na igreja. Com o maior respeito pelas pessoas envolvidas e suas crenças ocorre-me perguntar porque motivo o senhor padre não se viu no local e nem se consta que se tenha pronunciado acerca do ocorrido. Lamentável. Bem estranhos são os desígnios do Senhor.

 

Notei que na visita Papal a Espanha surgiu algo semelhante, um temporal súbito e violento, mas neste caso não ocorreu qualquer facto a lamentar no que às estruturas diz respeito, aliás o Sumo Pontífice até se saiu bem pois agradeceu à chuva e ao vento terem atenuado o calor que até então prevalecera.
   Agora o que começa a merecer reparos é a actuação das polícias que, estranhamente ( ou não ), agiram grosseiramente para com manifestantes por uma Europa Laica que pacificamente por ali pretendiam manifestar essa sua forma de estar e usufruir do espaço que é público. Bento XVI nem uma palavra disse acerca disto. Que diferença para João Paulo II que fosse a onde fosse era bem recebido. Agora a fúria da natureza para com estes elementos do catolicismo e suas manifestações dá que pensar. Se estivesse temporal em Madrid ou Fervença  e , de súbito tudo serenasse decerto lá vinha o aproveitamento " milagroso ". Porém assim que dizer ?
 A propósito da actuação das polícias. Começam a surgir nas redes sociais em Espanha e não só, diversas comunicações a exigir um esclarecimento cabal daqueles procedimentos " estranhos " numa Nação civilizada.



                        
                                                

                                                                                                          

domingo, 21 de agosto de 2011

Festas do Mar.

O palco
Decorrem as festas do mar. Nesta foto vemos entre a praia do peixe e o palácio Seixas a estrutura de apoio aos diversos agrupamentos musicais que valorizam com a sua presença este evento. A merecer uma visita até ao dia vinte e oito.Saliente-se que ao redor desta área existem diversos motivos de interesse inerentes às festividades.
Cito, por exemplo, o Largo Cidade Vitória com gastronomia variada e típica bem assim como no jardim Visconde da Luz encontramos expostos produtos artesanais de variada proveniência. No dia vinte e oito decorrerá a tradicional procissão de Nossa Senhora dos Navegantes em que os barcos dos pescadores, devidamente engalanados, cumprem a tradição de romarem à zona da Guia e voltarem com a imagem a bordo, oferecendo assim um espetáculo único de raízes cascalenses. Se possível a não perder.

O convite para a sardinha do simpático amigo . Aqui perto do Largo Camões no rest: Tasca da Vila.
      Para além disto temos todos nós uma vasta oferta de restauração em que regra geral o saboroso pescado constítue um lugar de destaque nas ementas  a preços bem acessíveis. Seria desilegante citar  " A " ou  " B " pois todos se esforçam para servir bem o visitante.                                      

sábado, 20 de agosto de 2011

Finalmente vai abaixo! ( Diz-se )

Cascais.Largo da estação, Agosto de 2011.
 Segundo li um destes dias num dos jornais locais já se encontra confirmada a demolição deste edifício jamais concluído devido à sua volumetria exceder o configurado no P.D.M..
 Em tempos existiu neste local um hotel ( Hotel Nau ) anteriormente uma estação de abastecimento  de combustíveis ( Mobil ) e por fim uma garagem dos veículos de transportes públicos ( Rodoviária Nacional ) que eu me recorde. Estas, chamemos-lhes ruínas, permanecem ali há mais de dois anos. Ainda bem que se resolverá este problema paisagistico, oxalá não surja em seu lugar algo incaracteristico  tipo  " aquilo " que deu lugar ao antigo hotel Estoril - Sol ( com o meu sincero pedido de desculpas a quem considera aquela obra como uma referência arquitetônica pelo seu  " design " e não só ). Ainda, segundo a imprensa, nascerá após a demolição um conjunto destinado a habitação e comércio. Certamente será bem melhor estéticamente que este feio " postal " desta minha terra que adoro. Aguardemos então pelo final de verão.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Estive cá.


Agosto.     Parque Natural Sintra - Cascais
                                                                            

Terminou a primeira quinzena de Agosto. Na política interna tudo na mesma, ou seja mais mal estar, na externa crises e mais crises tal como a recente na Inglaterra com criminalidade violenta pelo meio.No desporto decorreu e concluíu-se hoje a septuagéssima terceira volta a Portugal em bicicleta ganha por um português.Houve uma etapa, não sei se é o termo certo e nem me preocupo em verificar, de uma prova de vela a nivel mundial aqui na baía e enfim um  " mar " de ocorrências em outras modalidades. O clima hora seco, hora frescote e ventoso.A sociedade com os seus dramas nas estradas e fora delas. Em resumo: Tudo normal. Vamos ver a 2ª quinzena.

domingo, 14 de agosto de 2011

A força do destino.

 Pareceu-me bem este pensamento ao qual muito haveria a acrescentar, pois de momentos, como direi, menos felizes que por serem decerto a maioria na idade adulta não são de esquecimento fácil. A raridade reside em minha opinião nas pessoas que os motivaram para o bem ou para o mal. Assim sendo essas permanecerão intimamente ligadas à nossa consciência, essa suprema força que nem sempre está onde deveria estar aquando de algumas das nossas atitudes. Quando surge e actua eis então mais um motivo para acrescentar às memórias.


                                                                    

                                                                                   O destino une e separa
                                                                                   As pessoas.
                                                                                   Mas nenhuma força é tão grande grande
                                                                                              Para fazer
                                                                                              Esquecer pessoas,
                                                                                              Que por
                                                                                              Algum motivo
                                                                                              Um dia nos fizeram felizes.

 

sábado, 13 de agosto de 2011

Cascais velhinho. Cobre e seu património.

Fachada virada ao norte.          * 1
Eis aqui um dos mais remotos exemplares da arquitectura tradicional portuguesa que ainda existe aqui no Cobre. Fazendo parte das minhas memórias de infância sempre a vi ali, situada no então chamado " alto do Cobre " era habitação de um amigo cuja presença no meu espírito se foi desvanecendo com o decorrer dos anos permanecendo, contudo, as tais memórias.
Lá no " Alto do Cobre.    Fachada poente . * 2
Existe ainda este testemunho do passado . Fachada nascente * 3
                                                                          
Fantástico muro de pedra de morosa e complicada edificação. Fachada norte. * 4
A casa foi " vendo " serem edificadas ao seu redor diversas habitações,  todas com uma traça diferente e moderna derrubando as então existentes ou o arvoredo, ou o campo de cultivo. Assim desapareceram uma leira onde se debulhava o milho, assim desapareceu uma velha árvore onde nós crianças recolhia-mos as folhas para alimentar os bichos da seda e, em resumo, se perderam muitas outras coisas belas.Da fachada virada para o norte jamais " olhou " para o perfil da serra de Sintra obstruido por moradias. De nascente foram os campos, as árvores,  umas modestas casas térreas, a tal leira e velhos caminhos.
A fachada nascente. * 5
...De mais perto. * 6
                                                                                                                         

Olhando para noroeste as extensas terras semeadas, casas várias e até um moinho tudo " viu " o tempo apagar. Se observar-mos da sua janela a paisagem, para o lado poente, ainda veriamos ao longe alguns pinheiros dispersos mas, das terras, onde autrora os roseirais, os trigais, os milheirais salpicavam de cor e aroma a campesina aldeia apenas casario sem graça nem estética predominam no local. Até quando esta velha relíquia se aguentará em pé não sei, receio que não seja por muito tempo dado que nos seus muros vetustos já se encontra afixada a sinalética correspondente ao desejo de venda da propriedade.
Ao fundo da imagem uma adega, " virada " ao poente. * 7
   Não me cabe fazer qualquer juízo de valor quanto a estas intenções como é óbvio mas não deixo de lamentar  o futuro que lhe adivinho. Que bom seria que a munícipalidade, no seu todo, tivesse para com estes edifícios de antanho um olhar protector do qual estou em crêr as gerações vindouras leriam um pouco da nossa história rural.        
Muro de pedra solta * 8
A placa toponímica. ( fachada norte. ) * 9
                                                                                                                                                      
   Os tempos não estão de feição para investimentos na área do património edificado, e portanto temo ser este mais um daqueles casos em que, em breve, restarão algumas fotos e pouco mais para a nossa história cascalense.
 * Todas as nove  fotos são de minha autoria . Zé Pinto Lopes

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Informação & notícias.

Decorrem estes dias repletos de informação noticiosa ou de outra qualquer natureza. Estou saturado de tudo isto o que me leva a desejar um isolamento deveras impossível. Que fazer então? Não sei! Uma coisa sei, no entanto, não é humanamente viável tal solução sem acarretar sérios incómodos para mim e outros. Como eu acho que somos assim todos, na maioria dos casos, de que resulta vivermos na sociedade sempre atentos e prontos a " desembainhar a espada " ao menor sinal  de alarme.


                                       
               
                                                           Mensagens. Muito interessantes.              

                                                                                   Estou todos os dias que passam em demanda do encontro com aquele algo que me falta e, estou seguro disso, não serão as notícias do Mundo que me farão encontrá-lo. Mas,e há sempre um " mas " como passar um dia, um só dia, sem informação escrita ou falada? Sempre quero saber da Aldeia Global e dos meus vizinhos da mesma. Embora nos intervalos  " leve " com a publicidade. Até aqui, na Internet claro está.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

O fantasma do Cabo Raso.

 Falar de algo tranquilo não é fácil. Ontem com amigos de longa data abordamos alguns momentos deliciosos da adolescência em evocações não sentimentalistas mas que para sempre se foram. Ocorreu a alguém o tema superstições e inerentes acontecimentos nocturnos. Deixo aqui um vídeo julgo que de alguns ex alunos de uma escola de imagem e comunicação baseado num facto  real sucedido na estrada do Guincho. Sei de fonte segura o seguinte. Um casal vinha de carro da Cascais para a zona da praia do Guincho noite escura. Repararam que um pouco além do Cabo Raso uma mulher jovem pedia boleia. Decidiram parar e permitiram a entrada da srª. Perguntaram-lhe o normal, donde era, para onde ia, o que fazia, etc...como resposta o silêncio. Ao chegarem perto da curva situada entre o Arriba ( João Padeiro ) e o Porto de Santa Maria, curva  que no sentido Sul / Norte da estrada  deve-se fazer com cautela, pois, um despiste, pode levar a queda para as rochas,  a jovem mulher diz, e cito.          " Cuidado. Foi alí  que eu tive um acidente e morri. "                       
                                      
                                                            O fantasma da Serra de Sintra              
                                                                      
   Diz-se que o casal foi encontrado muito perturbado mentalmente. Parece que pararam o carro assustados constatando de imediato o desaparecimento da aludida jovem. Aterrorizados vaguearam às cegas sendo encontrados assim por alguém que chamou as autoridades. Confrontados com o que sucedera e após muita insistência contaram aquela vivência  da qual jamais recuperaram a paz de espírito, como se afirma entre quem sabe  deste estranho caso. Diz-se igualmente que ali ocorrera um acidente entre alguns outros no qual falecera  uma jovem semelhante à descrita à polícia pelos intervenientes.
  Houve quem disto falasse na Escola de Comunicação e alguns estudantes fizeram uma reconstrucção deste episódio mas imaginando-o ocorrido na serra de Sintra. Resta saber no entanto se algo semelhante ocorreu na serra e sendo assim resta-me admitir a semelhança entre os dois como muito intrigante.
 Para finalizar dir-vos-ei que oiço contar isto desde os anos oitenta. Como igualmente refiro a tristeza que senti ontem ao recordar um  amigo naquela estrada falecido quando ambos teriamos pouco mais de vinte anos. A sua morte ocorrera de um despiste fatal sobre as rochas. Isto é real pois com coisas sérias não se brinca. Claro que nada tem uma coisa a vêr com outra, dissemos. Mas dá que pensar.
 

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Aprender com os erros ??? ( o que são os homens )

Para que não sejamos intolerantes com os outros , é conveniente sabermos que a nossa consciência não é infalível, que muitas vezes não é pura , e que é sempre susceptível de ser esclarecida pelas consciências exteriores.
    Digo isto depois de ler alguns papéis que arquivei assim como jornais e revistas de largos anos a esta parte com testemunhos alguns deles seculares, confrontando-os  com a realidade presente à escala Global.  Analisando as causas que levaram os homens a baterem-se contínuamente, verifica-se, sem dúvida nenhuma, perfeita identidade. 
   Todas as desavenças, todos os distúrbios, todos os tumultos, tiveram a mesma origem, tanto em épocas pretéritas como nas actuais. As guerras de então só diferiam das de hoje na forma como se matavam os contendores; quanto ao resto , o homem é sempre o mesmo homem.
   A conclusão que tiro , portanto , desse confronto, será uma mesma e única. A incompatibilidade de se harmonizarem os ideais e a intolerância de uns para com os outros.


Lucy
                                                           
   Esta asserção é, por consequência, inteiramente controversa desde que o nosso poder de observação seja sensato e o nosso critério justo e imparcial. Ora se a história nos tem trazido ao conhecimento as acções dos nossos progenitores , é necessário que a analisemos , porque ela foi criada mais para os homens a estudarem , a compreenderem e se redimirem , que para divertir crianças nas aulas , com os seus episódios extravagantes.
   Creio ver confirmado - o que aliás é muito intuitivo - que o desentendimento das massas só tem sido proporcionado pela maneira egoista como procedem certos seres humanos , isto é , por não admitirem as ideologias de outrem.
   Tenho a certeza que em qualquer tempo que vivesse no futuro, pois do passado já sei o que foi , haverá sempre perseguições inauditas , sempre desconfianças mordazes e jamais haverá na Terra sossego entre os Povos.
                                                                             
O presente com olhos no futuro.
                                                             

                                                             *

         * Créditos desta imagem :  gijoe portugal.                                                     
                                            ( GIJOEPORTUGAL.BLOGSPOT.COM )

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

O ciúme.


    O ciúme que os amantes têm pelos maridos não é o mesmo que estes têm pelos amantes.
    O ciúme dos primeiros é o ciúme de alguém   que é nosso mas a que outros insolentemente têm o direito de chamar seu.

AMANTES
                                                             

 O dos segundos é o ciúme daquele que chamando seu a alguém suspeita que ele seja muito menos seu do que nosso. *
                           
  * Albino Forjaz de Sampaio.
     Academia das Ciências de Lisboa. 18 de Março de 1922.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Olha para o que eu digo. Não olhes para o que eu faço.

Traço contínuo ...? !!! Cinto de segurança ? !!! As mãos no volante ...? !!! 
                                                       
 Pregava Frei Tomás a pontos de ter ficado para a memória popular o célebre; " olha para o que eu digo . Não olhes para o que eu faço . "
 Devo confessar que hesitei bastante antes de colocar esta foto neste espaço. Foi-me enviada por um site de amigo. Agradeço-lhe . De facto merece uma palavras pouco abonatórias para tão prestigiada e útil corporação.
 Sou da opinião que não se deve ver o todo pela parte sob pena de sermos injustos. Agora o que vemos na imagem assenta " que nem uma luva " naquela antigo adágio. De realçar que se tratam de militares da Guarda Nacional Republicana no interior de um veículo , em movimento, e a quem compete fiscalizar o cumprimento da lei rodoviária, ainda que acredite que a foto foi obtida quando aqueles elementos da prestigiosa corporação procediam a alguma demonstração do que se não deve fazer na estrada.  Seria ?


Agosto

  Eis alguns provérbios para Agosto:

                     Hoje o dia  " acordou " nublado por aqui. E depois choveu. Nada preocupante pois:

                                               
                                                     Agosto chuvoso é ano formoso.
                                               Quando chove em Agosto, chove mel e mosto.                                                 
                            Bem pior estou eu. Jantei um peixe  cozido com batatas e couve.

                                              Couves em Agosto, tumba à porta.
                           ou então !!
                                            
                         Se queres ver o teu homem morto, dá-lhe couves em Agosto.

               Seja como for o mês de Agosto aí está. Com mais ou  menos chuva pois; 
                                                     
Agosto.  Silva Porto que muito admiro.
                                                                
                                             Chuvas de verão, depressa vêm, depressa vão.
                                             Chuva de verão, chove agora e logo não.

 E como apetece um melãozinho comprei um que me pareceu bom. Enganei-me. Era acerca deles que mantinha algum acerto na escolha. Apalpava-lhes o "cu ".  Via-lhes a cor. O peso. O aroma. Mas como diz o adágio:

                                          Com mulheres e melões, ninguém tenha presunções.

     Não há que preocupar,pois, caso contrário, seria de afastarem-se de mim uma vez que:

                                        Com homem perdido, ninguém se meta.
             e...         
                                        Deixa ficar como está para ver como fica.