quarta-feira, 31 de julho de 2013

W D L. Cultura sem fronteiras



LANÇAMENTO DA BIBLIOTECA MUNDIAL

A NOTÍCIA DO LANÇAMENTO NA INTERNET DA WDL, A BIBLIOTECA DIGITAL MUNDIAL.
UM PRESENTE DA UNESCO PARA A HUMANIDADE INTEIRA.

Já está disponível na Internet, através do site 
www.wdl.org

Reúne mapas, textos, fotos, gravações e filmes de todos os tempos e explica em sete idiomas as jóias e relíquias culturais de todas as bibliotecas do planeta.

Tem, sobretudo, carácter patrimonial, antecipou em LA NACION Abdelaziz Abid, coordenador do projecto impulsionado pela UNESCO e outras 32 instituições.


A BDM não oferecerá documentos correntes, a não ser "com valor de  património, que permitirão apreciar e conhecer melhor as culturas do mundo em idiomas diferentes:Árabe, Chinês, Inglês, Francês, Russo, Espanhol e Português.


Mas há documentos em linha em mais de 50 idiomas".

Entre os documentos mais antigos há alguns códices pre-colombianos, graças à contribuição do México, e os primeiros mapas da América, desenhados por Diego Gutiérrez para o Rei de Espanha em 1562", explicou Abid.

Os tesouros incluem o Hyakumanto darani , um documento em Japonês publicado no ano 764 e considerado o primeiro texto impresso da História; um relato dos aztecas que constitui a primeira menção do Menino Jesus no Novo Mundo; trabalhos de cientistas Árabes desvendando o mistério da álgebra; ossos utilizados como oráculos e esteiras Chinesas; a Bíblia de Gutenberg, e a célebre Bíblia do Diabo, do século XIII, da Biblioteca Nacional da Suécia.

Fácil de navegar:

Cada jóia da cultura universal aparece acompanhada de uma breve explicação do seu conteúdo e do seu significado.



Os documentos foram passados por scanners e incorporados no seu idioma original, mas as explicações aparecem em sete línguas, entre elas o PORTUGUÊS.



A biblioteca começa com 1200 documentos, mas foi pensada para receber um número ilimitado de textos, gravados, mapas, fotografias e ilustrações.

Como ter acesso ao sítio global?

Embora seja apresentado oficialmente  na sede da UNESCO, em Paris, a Biblioteca Digital Mundial já está disponível na Internet, através do sítio:


www.wdl.org

O acesso é gratuito e os usuários podem ingressar directamente pela Web , sem necessidade de se registarem.


Permite ao internauta orientar a sua busca por épocas, zonas geográficas, tipo de documento e instituição.



O sistema propõe as explicações em sete idiomas ( Árabe, Chinês, Inglês, Francês, Russo, Espanhol e Português ), embora os originais existam na sua língua original.

Deste modo, é possível, por exemplo, estudar em detalhe o Evangelho de São Mateus traduzido em aleutiano pelo missionário russo Ioann Veniamiov, em 1840.



Com um simples clique, podem-se passar as páginas dum livro, aproximar ou afastar os textos e movê-los em todos os sentidos.



A excelente definição das imagens permite uma leitura cómoda e minuciosa.

Entre as jóias que a BDM contém neste momento, está a Declaração de Independência dos Estados Unidos, assim como as Constituições de numerosos países; um texto japonês do século XVI considerado a primeira impressão da história; o jornal de um estudioso veneziano que acompanhou Fernão de Magalhães na sua viagem ao redor do mundo; o original das "Fábulas" de La Fontaine, o primeiro livro publicado nas Filipinas em Espanhol e Tagalog, a Bíblia de Gutemberg, e umas pinturas rupestres Africanas que datam de 8.000 A.C.

Duas regiões do mundo estão particularmente bem representadas:

América Latina e Médio Oriente.



Isso deve-se à activa participação da Biblioteca Nacional do Brasil, à biblioteca de Alexandria no Egipto e à Universidade Rei Abdulá da Arábia Saudita.

A estrutura da BDM foi decalcada do projecto de digitalização da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, que começou em 1991 e actualmente contém 11 milhões de documentos em linha.

Os seus responsáveis afirmam que a BDM está sobretudo destinada a investigadores, professores e alunos.



Mas a importância que reveste esse sítio vai muito além da incitação ao estudo das novas gerações que vivem num mundo audio-visual.


Tenho " passado " saborosos momentos em " viagem " por muitos destes tesouros alguns dos quais nem sonhava existirem. Ao nosso alcance, finalmente!



terça-feira, 16 de julho de 2013

A MINHA RESPIRAÇÃO

                                                                                                        AS CANÇÕES

  " As canções - são pensamentos cantados pela respiração quando as pessoas são movidas por grandes forças para as quais já não basta a fala comum. O homem move-se como o gelo flutuante, que navega por aqui e por ali, levado pela corrente. Os seus pensamentos são conduzidos por uma força transbordante quando sente alegria ou tristeza.

Os seus pensamentos são conduzidos por uma força transbordante 
 Os pensamentos podem invadi-lo como uma onda, podem por-lhe o sangue a ferver e o coração a palpitar. Esfriando o tempo, algo há-de manter o nosso corpo quente, e nós, que sempre pensamos ser pequenos, nessa altura ainda mais pequenos nos sentimos. E ficamos com medo de empregar palavras. Mas as palavras de que precisamos chegam sozinhas. E quando elas saltam sozinhas, é uma nova canção que aparece. " * (1 ) ** (2 )






* ( " The Netsilik Eskimos. Social Life and Spiritual Culture ", Report of the Fifth Thule Expedition, 1921 - 1924, vol. 8, 1 -2, Copenhaga, p.321. )

** Orpingalik, xamã e poeta dos esquimós Netsilingmiu,

domingo, 14 de julho de 2013

CIRCULUS INEXTRICABILIS

                                                          

                                                                CÍRCULO VICIOSO

Proibido fazer lume fora dos locais indicados


  
Num tribunal de uma pequena cidade, o advogado de acusação chamou a sua primeira testemunha, uma avó de idade avançada.
Aproximou-se da testemunha e perguntou:
- D. Ermelinda, a senhora conhece-me?
- Claro. Conheço-te desde pequenino e francamente, desiludiste-me. Mentes descaradamente a todo o mundo, enganas a tua mulher com a  secretária, ainda fizeste um filho na tua cunhada, e deste-lhe dinheiro para se livrar da barriga, manipulas as pessoas e falas mal delas pelas costas. Julgas que és uma grande personalidade quando não tens sequer inteligência suficiente para ser varredor.
 É claro que te conheço. Se conheço...
O advogado ficou branco, sem saber que fazer. Depois de pensar um pouco, apontou para o outro extremo da sala e perguntou:
- D. Ermelinda, conhece o defensor oficioso?
- Claro que sim. Também o conheço desde a infância. É frouxo, não tem tomates para manter a mulher na linha, ela anda a fornicar com os empregados da casa, o motorista, o jardineiro e até o carteiro dorme com ela, todo o mundo sabe, tem problemas com a bebida, não consegue ter uma relação normal com ninguém e na qualidade de advogado, bem... é um dos piores profissionais que conheço. Não me esqueço também de referir que engana a mulher com três mulheres diferentes, uma das quais, curiosamente, é a tua própria mulher.
Sim, também o conheço. E muito bem.
O defensor, ficou em estado de choque.
Então, o Juiz pediu a ambos os advogados que se aproximassem do estrado e com uma voz muito ténue diz-lhes:
-Se algum dos dois perguntar à velha se me conhece, juro-vos que vão todos presos!

sábado, 13 de julho de 2013

Carcavelos ! Micro - organismos...e não só !

 

 

Resultado das análises

Micro-organismos causadores de alergias em Carcavelos

por Agência Lusa, publicado por Susana Salvador11 julho 2013
Micro-organismos causadores de alergias em Carcavelos
Fotografia © Carlos Manuel Martins/Global Imagens

A Câmara de Cascais informou hoje que as análises feitas à água do mar da Praia de Carcavelos, que ficou interdita a banhos na quarta-feira, revelaram a presença de micro-organismos que provocam alergias.
"Excessiva presença nas águas de micro-organismos marinhos que, em determinadas condições climatéricas, nomeadamente calor excessivo, libertam substâncias potencialmente causadoras de alergias a pessoas mais sensíveis", revelam as análises realizadas pela Câmara de Cascais.
A autarquia sublinhou que não há registo de outras ocorrências em outras praias do concelho, circunscrevendo-se o problema apenas à Praia de Carcavelos.
"A presença destes micro-organismos foi confirmada, até ao momento, apenas e só em parte da Praia de Carcavelos, com maior incidência na zona nascente (forte de São Julião da Barra)", lê-se num comunicado enviado hoje pela autarquia.
A Câmara de Cascais refere ainda que está a aguardar os resultados das análises recolhidas por outras entidades competentes e que, por isso, continua a desaconselhar a ida a banhos.
"Até que as autoridades responsáveis se pronunciem e até que esteja completamente afastado o cenário de presença destes micro-organismos nas águas da Praia de Carcavelos, a Câmara Municipal de Cascais desaconselha a ida a banhos em Carcavelos", alertou a autarquia.

 

 

Banhistas queixam-se de urticária depois da banhada de Cavaco

Por Mário Botequilha

A vida não está fácil para os banhistas.
Ontem à tarde, a praia de Carcavelos foi interditada devido a um ataque de microalgas ou da Troika ou lá o que foi aquilo. À noite, Cavaco falou e o incómodo foi ainda maior. Muitas pessoas sentiram de imediato uma comichão insuportável, borbulhagem, micoses nos cotovelos, pé de atleta e consta que Seguro está a coçar-se há 15 horas seguidas. MB







Texto e foto obtidos do suplemento " Inimigo Público " do Jornal " O Público. "

sexta-feira, 12 de julho de 2013

BECO ESCONSO. CASCAIS




Quando descemos da Rua Nova da Alfarrobeira para o Largo Camões ou inversamente claro está,  interessante será percorrer este pequeno caminho.

Rua Nova da Alfarrobeira

Porquê Beco Esconso ? Desde que me conheço sempre assim foi designado. Apesar de escondido tinha animação e vida própria ao contrário de hoje.
 Em Cascais não há outro igual,  com uma escadaria assim e ladeada por edifícios,  alguns com vestígios dos dois séculos antecedentes ao actual. Desde criança que por aqui passo às vezes e sempre me ocorre à memória algumas lembranças. Aqui morou um dos meus primeiros amigos dos " tempos da primária " o Henrique. Amigo desses tempos e até hoje felizmente.


Em Cascais não há outro igual... Beco Esconso de seu nome.

 Aqui também havia um pequeno armazenista de tabaco que abastecia alguns comerciantes da Vila.
 Recordo igualmente a existência de um estabelecimento em que se jogava aos " matraquilhos " e a outros jogos semelhantes. Hoje nada disto ali existe excepto as portas encerradas e o aspecto vazio e degradado. Não é uma critica é antes uma constatação que me deixa sempre uma mágoa, apenas minha, creio.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

GUINCHO por estes dias.

Agora que começava a habituar o espírito às manhãs ensolaradas e amenas eis que regressa a " neblina matinal ". Que momentos de pura tranquilidade e repouso usufruí durante e após alguns percursos a " cavalo " na minha bicicleta. Haverá porventura algum outro meio de transporte em que interajamos numa tão intima convergência ? Não sei ! Acho que não.
 Que liberdade me permite aquela minha máquina rudimentar e simples cujo " motor " varia conforme o estado de espírito. Dias houve em que me levou ao campo, à Vila e às proximidades do mar . Aqui chegados, aconcheguei-a, por vezes, às rochas e de um pulo eis-me a mergulhar nas mais puras águas daquele Guincho maravilhoso.

Ao " longe " o Cabo da Roca, a Peninha e o Guincho maravilhoso.

Que bem me sabe então. Que silêncios reconfortantes. Que recordações sempre encontro naqueles  aromas, naquela riqueza de pequenos cardumes de peixes recém nascidos, naquele balancear de algas e medusas e em todo um  pequeno mundo, ali, em perfeita harmonia.

...As mais puras águas.
Depois o Sol a tonificar o corpo e a suave brisa a envolver. Para terminar a manhã, que já vai alta,  volto à minha bicicleta e " juntos "  pela ciclovia  regressa-mos ao " bom e velho " lar.
Tudo isto só é possível nos raros dias em que aqui, na minha região, aquela zona do Guincho não está sob os ventos predominantes e consequentes alterações de " humor " do sempre respeitado e temido Oceano. Mas esses dias também têm o seu encanto... mas esses são sabores de outras páginas da vida .

quarta-feira, 10 de julho de 2013

ANTIGO EGIPTO. ALEMANHA. INDIA. CHINA.TIBETE.


Em 1848, uma expedição arqueológica que trabalhava no Egipto descobriu hieróglifos estranhos numa viga do teto, num antigo templo em Abydos, várias centenas de quilómetros ao sul do Cairo. Os hieróglifos foram cuidadosamente copiados e trazidos de volta para a Europa. As imagens misteriosas deram origem a um debate acalorado entre os egiptólogos. Eventualmente, no entanto, eles foram descartados como objectos bizarros que ninguém poderia explicar adequadamente e foram esquecidos. 



Em meados de 1990, fotografias e vídeos obtidos principalmente por turistas que visitaram Abydos, começaram a aparecer na internet. Eles descreveram-nas como as 'estranhas máquinas hieroglíficas', descobertas  originalmente no século XIX. O templo em que elas foram encontradas foi construído pelo faraó Seti I há cerca de  três mil anos atrás. Para o espectador moderno, é claro que as máquinas estranhas, tão misteriosas para os vitorianos, são na verdade vários tipos de naves voadoras e um tanque. Uma das aeronaves é, claramente, um helicóptero. Não há dúvida. Ele tem uma lâmina de rotor, cockpit e tailfin típicos de um helicóptero de batalha moderno. Em face disso, esta é uma das descobertas mais surpreendentes que já foi feita no Egipto.



Não surpreendentemente, talvez, as máquinas antigas de alta tecnologia foram descartadas pelos egiptólogos modernos. Dado o grande corpo de conhecimento que hoje existe no que diz respeito ao antigo Egipto, o conceito de os militares egípcios voando em aeronaves sofisticadas há três mil anos é simplesmente ridícula. A explicação convencional para estas misteriosas esculturas, desdobradas por egiptólogos, é que elas são apenas ilusões. A causa mais provável destas anomalias hieroglíficas seria devido ao re-revestimento e re-escultura do templo de alvenaria original e aos efeitos atmosféricos. 
Ao longo de um período prolongado de tempo, crê-se que partes da pedra " restaurada " caíram, revelando hieróglifos mais velhos por baixo. Com efeito, as secções dos hieróglifos originais felizmente foram " apenas " encobertas.

O " Restauro " de inscrições foi um fenómeno comum no Egipto antigo. Quando Faraós recém-instalados adaptaram as estruturas dos governantes anteriores, para sobreporem as ou a sua própria, substituindo os hieróglifos de seus antecessores. De facto, algumas remodelações do templo de Seti I em Abydos são conhecidas por ter ocorrido quando foi adquirida por seu filho e sucessor Ramasses II. 

Olhando a foto acima, no entanto, ou fotografias de alta resolução de fácil acesso na internet, é claro que nada caiu longe da escultura do helicóptero e outras embarcações militares. São imagens intactas contínuas. O helicóptero, por exemplo, é preciso em cada detalhe, até a sua lâmina de rotor é finamente esculpida. 

  NOVAS FOTOGRAFIAS
  
Recentemente, o respeitado jornal árabe "Al-Sharq Al-Awsat 'publicou várias fotografias tiradas em outro templo egípcio, o Templo de Amon Rá, em Karnak. As fotografias são de esculturas que se acredita ser de três mil anos de idade. Elas parecem muito semelhantes ao das esculturas encontradas em Abydos. Há um helicóptero de batalha com um rotor distinto e uma unidade de cauda, ​​e nas proximidades, outra embarcação de voo de aparência moderna. Portanto, há, de facto, não um, mas dois conjuntos quase idênticos de esculturas em Karnak e em Abydos. Quais são as chances de isso ser devido aos efeitos de palimpsesto idênticos em ambos os locais? 


 
Assim, aceitando o facto de que os antigos egípcios não tinham a tecnologia para a construção de helicópteros ou outras aeronaves, de onde as imagens das máquinas voadoras vem?

A história da raça humana tem sido, no mínimo, turbulenta. Muitas das antigas bibliotecas fabulosas, como a biblioteca de Alexandria e as vastas bibliotecas da China antiga foram destruídas. Grande parte das evidências de valor inestimável de um passado distante foi obliterada. Felizmente, porém, os escritos antigos sobreviveram, particularmente na Índia. Surpreendentemente, alguns desses textos antigos falam da arte, altamente sofisticada, de voar.

Recentemente, foi relatado que os chineses descobriram documentos muito antigos em sânscrito no Tibete e os enviaram para a Universidade de Chandrigarh, na Índia, para serem traduzidos. Aparentemente, os documentos contêm instruções para a construção de naves espaciais. Surpreendentemente, ( ou talvez não ? ) o Governo Chinês anunciou que  estavam avaliando esta antiga tecnologia para potencial inclusão no seu programa espacial! 
 

Há cada vez mais evidências de que o chamado "Império Rama" do norte da Índia e do Paquistão é muito mais antigo do que tinha sido originalmente suposto. Remanescentes de suas grandes cidades sofisticadas ainda podem ser encontrados nos desertos do Paquistão e no norte e oeste da Índia. De acordo com antigos textos indianos, no Império de Rama havia máquinas que eram chamados de 'Vimanas' voando.
  Vimana é um veículo voador mitológico, descrito na literatura antiga da Índia. Referências a veículos voadores são comuns nos textos hindus antigos,que, inclusive, descrevem seus usos na arte da guerra. Independentemente de serem capazes de voar na atmosfera terrestre, consta que as vimanas também viajam pelo espaço e sob a água. Descrições contidas nos Vedas e na literatura indiana recente falam de vimanas de várias formas e tamanhos:
  • Nos Vedas: o sol e várias outras divindades são levadas em suas peregrinações por carruagens voadoras, com rodas e puxadas por animais, geralmente cavalos (a carruagem do deus védico Puchan é puxada por bodes)
  • O "agnihotra-vimana", com dois motores (?). (Agni significa fogo em sânscrito).
  • O "gaja-vimana", com mais motores (?) (Gaja significa elefante em sânscrito).
  • Outros tipos possuem denominações baseadas em animais, como o martim-pescador, o Íbis e outros.
Alguns ufólogos modernos atribuem às vimana evidências de civilizações tecnologicamente avançadas do passado. Outras explicações são dadas pelas Teoria dos astronautas antigos. Há ainda aqueles que estabeleceram ligações das máquinas voadoras com a lenda dos Nove Homens Desconhecidos. David Hatcher Childress fala sobre elas em seu livro "Vimana Aircraft of Ancient India & Atlantis"(Vimana - Aeronáutica da Índia Antiga e da Atlântida),citadas também em obras anteriores como "Lost Cities of China, Central Asia & India"(Cidades


Apreciei muito o filme cuja sinopse reproduzo sob estas linhas. Trata o tema com seriedade.
Afeganistão, Novembro de 2001. Dois meses após os ataques ao World Trade Center em Nova Iorque, uma equipa das Forças Especiais americanas é enviada para o deserto do Afeganistão numa missão super-secreta. Liderado por Ben Keynes, um operacional da CIA, o objectivo do grupo é encontrar um homem conhecido como "Mohammed Aban", numa das regiões mais inóspitas do planeta. No entanto eles encontram algo completamente diferente... algo para o qual nem o seu treino de elite os conseguiu preparar! À medida que a missão vai ficando fora de controlo, os elementos do grupo começam a questionar: Quem é na realidade o inimigo?
 Os textos sobre Vimanas são numerosos e altamente detalhados. Os antigos índios escreveram manuais inteiros de voo sobre o controle de vários tipos de Vimanas, muitos dos quais ainda existem, alguns já foram traduzidos para o Inglês. Foram descritos diferentes tipos de Vimanas, alguns eram em forma de pires, outros em forma de charuto. Os Vimanas pareciam ser alimentados por algum tipo de dispositivo anti-gravidade, uma vez que descolavam verticalmente e eram capazes de pairar no ar. 


Curiosamente, foram os nazis que desenvolveram os primeiros motores a propulsão para uso nas suas bombas V-8 e foguetes. Antes e durante a Segunda Guerra Mundial tiveram um intenso interesse em civilizações antigas, e na Índia e no Tibete, em particular. Procederam a  muitas expedições a esses dois países, em busca de conhecimentos e tecnologias antigas. Talvez tenha sido a partir daí que eles recolheram informações que lhes permitiram desenvolver tecnologia de motores a jacto, e até mesmo veículos em forma de discos voadores. É um fato documentado que os nazis tiveram seu próprio programa de discos voadores durante a segunda guerra. 
SEGREDOS ESCONDIDOS

É possível que o conhecimento de uma civilização anterior, altamente avançada, pode ter sido preservada pelos antigas Irmandades secretas. Quando Alexandre, o Grande, invadiu a Índia, há mais de dois milénios atrás, seus escribas narraram um ataque de 'escudos voadores de fogo ", que deixaram os cavalos em pânico. Esses veículos voadores não utilizaram todas as armas contra o exército invasor, que marchou para conquistar o país. Tem sido especulado em muitos livros que Irmandades secretas têm preservado e mantido Vimanas por muitos milhares de anos.  São acusados ​​de mantê-las escondidas em cavernas e bases subterrâneas. 
CONCLUSÃO

As convincentes esculturas do templo em Abydos e de Karnak, e os textos antigos da Índia e do Tibete, falam de uma época passada, quando o voo motorizado estava muito avançado e até mesmo banal. Falam de uma civilização há muito perdida que era, pelo menos, tão avançada quanto a nossa. Não foi uma civilização que existiu há três mil anos, mas muito mais longe nas brumas do tempo, uma civilização que foi subitamente varrida da face da Terra. Infelizmente, como já foi visto, muitas vezes, a história tem o hábito de se repetir. 


Créditos de partes do texto ao meu amigo Weslem Andrade que mos enviou por e-mail e que editou no seu blogue Ets & Etc...
Uma outra parte da Wikipédia.
Imagens. Internet


                                                  

sábado, 6 de julho de 2013

CARAPAU DE CORRIDA

Origem e significado de «carapau de corrida»
 Ouvi há pouco tempo uma explicação interessante, e não completamente descabida, sobre a origem da expressão «carapau de corrida», que sempre me intrigou!

O peixe é vendido pelos pescadores nas lotas, em leilões «invertidos», ou seja, com os preços a serem rapidamente anunciados por ordem decrescente, até que o comprador interessado o arremate com o tradicional «chiu!». Isto implica que o melhor peixe, e o mais caro, é o que é vendido primeiro, ficando para o fim o de menor qualidade. Em tempos anteriores ao transporte automóvel, as peixeiras menos escrupulosas compravam esse peixe no fim da lota, por um preço baixo, e corriam literalmente até à vila ou cidade, tentando chegar ao mesmo tempo que as que tinham comprado peixe melhor e mais caro na lota (e tentando vendê-lo, evidentemente, ao mesmo preço que o de melhor qualidade).
Nem sempre os fregueses se deixavam enganar, e percebiam que aquele carapau era «carapau de corrida», comprado barato no fim da lota e transportado a correr até à vila. Hoje ainda, o que se arma em carapau de corrida julga-se mais esperto que os outros, mas raramente os consegue enganar.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

S. JOSÉ DA URCA perto de Colares.



S. José da Urca. Ali... na berma da estrada entre Pé da Serra e os Capuchos
Apesar de se encontrarem algumas referências a localidades com esta designação é aqui bem na " berma " da estrada existente entre o Pé da Serra e os Capuchos, na Serra de Sintra, que se nos depara esta pequena e singular jóia .Isolada de tudo e de todos. Decerto não estou à espera que lhe suceda algo parecido com o que descrevi há dias quanto a uma placa de sinalização rodoviária do mesmo período e que tudo indica foi roubada.

Ali... estava na berma da estrada entre Pé da Serra e os Capuchos.e QUE TUDO INDICA FOI ROUBADA.
O local onde se encontrava a vetusta placa.

Curiosamente ou talvez não após uns " trabalhos " que por ali decorreram e por vezes decorrem de limpeza das margens das vias. No caso deste edifício da foto umas pinceladas de cal e pouco mais será o suficiente para o preservar.
Mesmo assim quem me diz que não surgirá por ali um dia alguém que entenda que estes vestígios de um passado recente que dão ( davam ) vida própria à Serra carecem de um toque mais actual e...venha a retroescavadora.
Porque será muito difícil outra forma de " limpeza "!

quarta-feira, 3 de julho de 2013

A NOSSA TERRA


A foto mostra-nos uma capa do presentemente desaparecido  Jornal " A Nossa Terra " com a sua típica composição gráfica dos anos setenta. Foi um jornal que marcou o seu tempo, porém, e à semelhança de muitos outros em todo o País não consegui-o manter-se no mercado. Julgo terem sido neste caso as razões económicas que " falaram " mais alto porque foram feitas várias tentativas ao longo dos anos  afim de adiar o seu fim.
Apelos aos leitores, especialmente aos assinantes quanto a regularização de contas,  diferente grafismo, mudanças de direcções e colaboradores etc.  Enfim... mais uma jóia da " Nossa Terra " que desapareceu.