No mês de Março, nos dias 3,4,5 e 6 a direcção organizou os bailes de Carnaval, no Pavilhão dos Desportos de Cascais e como cabeça de cartaz a Escola de Samba Vapores do Rego, do Brasil. este evento reuniu cerca de nove mil pessoas, que foram unânimes em afirmar que " nunca tinham visto um Carnaval assim (...) isto é memorável (...) terá de repetir-se porque é um êxito "
segunda-feira, 4 de março de 2019
Carnaval Memorável. Eu estive lá
No mês de Março, nos dias 3,4,5 e 6 a direcção organizou os bailes de Carnaval, no Pavilhão dos Desportos de Cascais e como cabeça de cartaz a Escola de Samba Vapores do Rego, do Brasil. este evento reuniu cerca de nove mil pessoas, que foram unânimes em afirmar que " nunca tinham visto um Carnaval assim (...) isto é memorável (...) terá de repetir-se porque é um êxito "
sexta-feira, 1 de março de 2019
Penina, de Paul McCartney
(...) O turismo condicionou em muito a vida sobretudo em certas zonas do litoral. Marcou a paisagem. Mudou hábitos. Deixou dinheiro. E deixou histórias na vida de cada um que valem exactamente por isso.: por serem histórias. Como a daqueles quatro músicos de um conjunto do Porto, JR de seu nome, que em Janeiro de 1969 tocavam no Hotel Golfe da Penina no Algarve e que já com a noite avançada ganharam um quinto elemento: um dos hóspedes do hotel começa a tocar bateria e a compor ali diante de todos uma canção que lhes ofereceu. Chamou-lhe Penina em honra do hotel. O hóspede era Paul McCartney que viera com a sua mulher Linda passar o fim do ano ao Algarve.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019
Exército Português. Marcelino da Mata. O nosso mais condecorado militar .
Com a devida vénia e natural agradecimento recolhi estas imagens e este texto do bloghttp://riodosbonssinais.blogspot.com.
Chamo a atenção para o inadmissível tratamento a que foi sujeito este Homem aqui em Portugal no ano de 1975. O sublinhado é meu no texto a que me refiro.
.
> Marcelino da Mata
Nasceu na Ponte Nova, Guiné, a 7 de Maio de 1940. É um Tenente-Coronel na reserva do Exército Português, nascido na Guiné Portuguesa, conhecido pelos seus actos de bravura e heroísmo praticados durante a Guerra Colonial, em 2412 operações de comandos, e que lhe dão o título de militar português mais condecorado da História do Exército Português.
A 2 de Julho de 1969 foi feito Cavaleiro da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito.
<Eu tinha um corneteiro e quando chegávamos ao meio do mato eu mandava-o tocar a corneta. Só depois é que íamos para cima do PAIGC. Mandava tocar a corneta para eles verem que eu ia a caminho e que não tinha medo
»Chamo a atenção para o inadmissível tratamento a que foi sujeito este Homem aqui em Portugal no ano de 1975. O sublinhado é meu no texto a que me refiro.
.
> Marcelino da Mata
Nasceu na Ponte Nova, Guiné, a 7 de Maio de 1940. É um Tenente-Coronel na reserva do Exército Português, nascido na Guiné Portuguesa, conhecido pelos seus actos de bravura e heroísmo praticados durante a Guerra Colonial, em 2412 operações de comandos, e que lhe dão o título de militar português mais condecorado da História do Exército Português.
A 2 de Julho de 1969 foi feito Cavaleiro da Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito.
<
«Após a independência da Guiné foi proibido de entrar na sua terra natal.
Em 1975, durante o PREC (Processo Revolucionário em Curso como ficou conhecida a actividade revolucionária de instigação comunista) foi detido no quartel do RALIS, Lisboa, e sujeito a tortura e flagelação praticada e ordenada por Manuel Augusto Seixas Quinhones de Magalhães (capitão), Leal de Almeida (Tenente Coronel), João Eduardo da Costa Xavier (capitão tenente) e outros agentes revolucionários ligados aos movimentos comunistas, num dos episódios mais pungentes, pela sua barbaridade e violência, de toda a revolução dos cravos».
ATT: Por favor leia a resposta que dei ao comentário que a filha do Sr Coronel Emiliano Quinhones de Magalhães faz no final deste artigo.
De:
Marcelino da Mata
(Pág da Wikipédia que foi alterada no dia 9 de Setembro 2013, dois meses depois de eu ter colhido as informações originais deste artigo)
«Mas eu nunca renunciei à nacionalidade portuguesa.
Houve um animal na Admistração Interna que me disse «O Sr foi colonizado».
Eu disse:
-Eu nunca fui colonizado! Os meus antepassados foram colonizados , mas eu não.
EU NASCI NUMA NAÇÃO CHAMADA PORTUGAL !.
De:
Marcelino da Mata Heroi Português.
O Agro e a Urbe. ( II )
(...) Vêm às feiras com qualquer produto, que afortunadamente não lhes ficou cativo, e logo lhes surge o aguazil a cobrar o imposto do ferrado, embora a Câmara não lhes dê a mínima comodidade, nem para si, nem para melhor exposição do que vendem. Ao fim de muitos trabalhos e não menores canseiras, vem a doença e prostra-os. No meio das serras, esquecidos nas suas choupanas, lá morrem à denegrência, porque levar um médico à sua cabeceira, é utopia em que Job não pode pensar.
Os sacramentos da Igreja são o único socorro certo que têm para transpor o limiar da vida.
Tudo isto faz andar o agro em constante revolta muda contra a cidade.
Ah! mas a vingança é o prazer dos deuses e também dos mais simples mortais ! Acha-se o lavradorzinho liberto do jugo de uma tabela, e então é vê-lo no mercado a pedir por um quilo de presunto, 30 a 35 escudos; por uma galinha 25 a 30 esc. ; por uma dúzia de ovos, 10 esc.; uma arroba de batatas 40 esc.; uma molhadinha de grelos, 1$50 a 2$50; 3 nabos, 1 esc.; (...) etc...(...) .; e um porquito, pequeno, pouco mais avantajado que um leitão, 520 esc.;
As boas donas de casa, ficam horrorizadas com estes preços, e oferecem o que a sua hética bolsa pode oferecer. A vendedeira resiste. Desabafam contra estas frases desprimorosas, como costumam só dizer-se pelos mercados.
Então a lavradeira sorri olìmpicamente e com natural sobranceria não diz mais que isto:
- Deixe ficar.
E o sorriso impertinente vinca-se-lhe mais no rosto.
Ao fim, a necessidade de comer é imperativa, e o preço exigido vai-lhe ter à algibeira. Depois é que fala:
- É assim mesmo ! Nem sempre os " cartolas " da cidade haviam de fazer pouco dos labregos. Algum dia havia de chegar a nossa vez !
Texto de Tancredo, publicado na Gazeta das Aldeias no 1º de Maio de 1946.
Quadro de minha autoria.
Os sacramentos da Igreja são o único socorro certo que têm para transpor o limiar da vida.
Tudo isto faz andar o agro em constante revolta muda contra a cidade.
Ah! mas a vingança é o prazer dos deuses e também dos mais simples mortais ! Acha-se o lavradorzinho liberto do jugo de uma tabela, e então é vê-lo no mercado a pedir por um quilo de presunto, 30 a 35 escudos; por uma galinha 25 a 30 esc. ; por uma dúzia de ovos, 10 esc.; uma arroba de batatas 40 esc.; uma molhadinha de grelos, 1$50 a 2$50; 3 nabos, 1 esc.; (...) etc...(...) .; e um porquito, pequeno, pouco mais avantajado que um leitão, 520 esc.;
As boas donas de casa, ficam horrorizadas com estes preços, e oferecem o que a sua hética bolsa pode oferecer. A vendedeira resiste. Desabafam contra estas frases desprimorosas, como costumam só dizer-se pelos mercados.
Então a lavradeira sorri olìmpicamente e com natural sobranceria não diz mais que isto:
- Deixe ficar.
E o sorriso impertinente vinca-se-lhe mais no rosto.
Ao fim, a necessidade de comer é imperativa, e o preço exigido vai-lhe ter à algibeira. Depois é que fala:
- É assim mesmo ! Nem sempre os " cartolas " da cidade haviam de fazer pouco dos labregos. Algum dia havia de chegar a nossa vez !
Texto de Tancredo, publicado na Gazeta das Aldeias no 1º de Maio de 1946.
Quadro de minha autoria.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019
Salvaguardar memórias.
2019-02-26 (IPMA)50 anos sobre o grande sismo de 1969
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera, o Instituto Superior Técnico, a Faculdade de Ciências e o laboratório associado Instituto Dom Luiz estão a lançar um inquérito macrosísmico nacional por ocasião dos 50 anos sobre o grande sismo de 1969.
Este é o sismo de maior magnitude sentido na Europa desde o grande terramoto de Lisboa de 1755. Ocorreu na madrugada de 28 de fevereiro de 1969 tendo gerado alarme e pânico entre a população, cortes nas telecomunicações e no fornecimento de energia elétrica. Para além do continente português, foi sentido na Madeira, Espanha, Marrocos e França, com registo de vítimas mortais em Portugal e Marrocos, tendo ainda sido gerado um pequeno tsunami registado instrumentalmente.
O sismo ocorreu numa época em que a instrumentação sísmica não estava ainda suficientemente desenvolvida, sendo fundamental complementar os poucos registos instrumentais de então com os testemunhos da população afetada. Neste momento, as tecnologias de comunicação permitem uma recolha de dados muito mais alargada do que a que foi possível naquele tempo. E, por motivos facilmente compreensíveis, não haverá no futuro outra ocasião com este significado e com real possibilidade de se salvaguardar esta memória. É por isso agora o momento certo para realizar um inquérito macrosísmico sobre os efeitos deste sismo tão importante.
O inquérito pode ser acedido em http://sismo1969.ipma.pt.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2019
Era uma vez ...
Era uma vez... " Indo duas moças por um caminho com cargos nas cabeças, descarregaram-nos para descansar, e, quando se quiseram ir, vendo vir pelo caminho um homem de pardo, disse uma à outra, por zombar dele, que não buscassem quem as ajudasse, porque lá vinha um asno que lhes levaria os cargos. Chegando o homem ( que não era surdo ) a elas, disse à que falara:
- E se eu fora esse que vós dizeis, tanto que vos vi, não viera logo zurrando ? "
Texto: Autor desconhecido. Século XVI .
Quadro de minha autoria .
- E se eu fora esse que vós dizeis, tanto que vos vi, não viera logo zurrando ? "
Texto: Autor desconhecido. Século XVI .
Quadro de minha autoria .
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