sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Para mais tarde recordar !

As 9 coisas que vão desaparecer das nossas vidas





 


Hoje vou mostrar-vos as
9 coisas que irão ver desaparecer das nossas vidas


Não deixa de ser interessante notar que, se estas mudanças vão ser boas ou más, depende em parte de como nós nos adaptarmos a elas. Mas, quer as desejemos ou não, aqui vão elas...
 
1. O Correio
Vai-te preparando para viver um mundo sem Correios. Eles estão a descair tanto com problemas financeiros que provavelmente não há maneira de os aguentar por muitos mais anos. O e-mail, FedEx, Facebook e SMS, têm praticamente dizimado as cartas, que é como quem diz, a receita mínima necessária para manter os Correios a funcionar. O pouco do que ainda recebemos pelo correio, todos os dias, não passa de ”lixo” e contas.
 
2. O cheque
A União Europeia já está a preparar o terreno para acabar com o cheque até 2018. O processamento de cheques custa bilhões de euros por ano ao sistema bancário. Cartões de plástico e transacções on-line, ou pelo telefone, vão levar à eventual extinção do cheque. Isto tem ligação directa para a morte dos Correios. Se ninguém nunca pagar as suas contas pelo correio e nunca receber as pensões pelo correio, os Correios ficam, em absoluto, fora do negócio.
 
3. O jornal
A geração mais jovem simplesmente não lê o jornal. Eles certamente não se deslocarão a um quiosque para procurar um jornal impresso. Foi o que já aconteceu com o leiteiro e o padeiro. Quanto ao ler o jornal on-line, preparem-se para ter de pagar por isso. O aumento dos dispositivos móveis com Internet e e-readers, tem motivado todos os jornais e editoras de revistas para criar alianças. Eles reuniram-se com a Apple, Amazon, e outras grandes empresas de telefonia móvel para desenvolver um modelo de serviços de assinatura paga.
 
4. O livro
Vocês podem dizer que nunca vão desistir do livro físico, que seguramos na mão enquanto lemos e vamos virando as páginas. Eu disse a mesma coisa sobre o download de música do iTunes. Eu queria que o meu CD tivesse cópia impressa. Mas rapidamente mudei de ideias quando descobri que poderia obter os álbuns pela metade do preço, sem sair de casa, para conseguir os últimos êxitos. A mesma coisa está a acontecer com os livros. Hoje já podemos navegar nas livrarias on-line, e até mesmo ler um capítulo pré-visualizado antes de comprar. E o preço é menos da metade do de um livro em papel. É só pensar na conveniência! Assim que começares a passar os dedos pelo ecrã, em vez do livro, vais entrar na história como se fizesses parte dela, e a desejar mais ver o que acontecerá a seguir, esquecendo logo de que estás a segurar um gadget em vez de um livro.
 
5. O telefone fixo
Já hoje não precisamos do telefone fixo. A maioria das pessoas ainda o mantém simplesmente porque sempre o tiveram. Até a própria Telecom aproveita a linha do telefone mais para serviços, como o da televisão, do que para o telefone. Inclusivamente todas as empresas de telemóveis oferecem serviço fixo gratuito porque ele já é inexpressivo.
 
6. A Música
Esta é uma das partes mais tristes da história da mudança. A indústria discográfica está a definhar de morte lenta. E não é só por causa de downloads ilegais. É a falta de oportunidade para a nova música inovadora chegar às pessoas que gostariam de a ouvir. A ganância e a corrupção é que são o problema. As gravadoras e os conglomerados de rádio estão simplesmente a autodestruir-se. Mais de 40% das músicas compradas hoje são "Anexos dos Catálogos", o que significa música tradicional, com a qual o público está familiarizado. Os artistas mais antigos e consagrados. Isto também é verdade no circuito de concertos ao vivo.
 
7. A Televisão
As receitas dos canais televisivos tem caído drasticamente. Não apenas por causa da crise. As pessoas estão a preferir assistir a televisão e filmes a partir dos seus computadores. E, ao mesmo tempo, elas jogam e fazendo muitas outras coisas, que ocupam o tempo que costumava ser gasto assistindo a ver televisão. Programas do horário nobre descambam abaixo do menor denominador comum. A publicidade aparece a cada 4 minutos e 30 segundos. Eu digo boa viagem para a maior parte de tudo isso. Está na hora das empresas do cabo serem postas de fora da nossa miséria. Deixem as pessoas escolher o que querem assistir on-line através do Netflix.
 
8. As coisas que hoje usamos
Muitos dos bens que usamos e possuímos já os não poderemos realmente possuir no futuro. Eles podem simplesmente ficar na "nuvem ". Hoje os nossos computadores ainda têm um disco rígido, onde guardamos as nossas fotos, músicas, filmes e documentos. O software está num CD ou DVD, sempre podemos reinstalá-lo, se for necessário. Mas tudo isso está a mudar. Os serviços de internet oferecem "serviços em nuvem" gratuitos. Isso significa que assim que ligamos o computador, a Internet é incorporada ao sistema operativo. Assim, se clicar num ícone, ele vai abrir algo na Internet. Se guardar alguma coisa, ela será salva na nuvem. Neste mundo virtual, podemos aceder à nossa música, ou aos nossos livros, ou qualquer coisa do género, a partir de qualquer computador portátil ou dispositivo movel. Não é porque as coisas estejam mais seguras, mas porque essa é a realidade do futuro.
 
9. A nossa privacidade
Se já houve um conceito, com que podemos olhar para trás com nostalgia, é o da privacidade. Isso já acabou. Ela foi-se já há muito tempo, de qualquer maneira. Vivemos a era do "big-brother". Há câmaras nas ruas, na maior parte dos edifícios, e até mesmo no nosso computador e telemóvel. E vocês podem ter certeza que funcionam 24 horas por dia, 7 dias na semana, "Eles" sabem quem és e onde estás, até as coordenadas GPS, e o Google Street View. Se comprarem alguma coisa, isso é colocado num trilião de perfis, e passam a receber anúncios reflectindo essa escolha. Neste momento é possível conferir todos os teus passos, desde que te levantas até que te deitas, documentando-os em filmes ou fotografias.
 
De tudo o que temos perdido, o que não pode ser alterado são as "Memórias"...
E mesmo essas, provavelmente, o Alzheimer nos vai tirar também!
O futuro é já hoje…

 

Este texto foi escrito em desacordo com o acordo

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Pensar português políticamente correcto.

 Recebi o seguinte texto enviado por uma boa amiga à qual agradeço, desde já, e por esta via. Com a devida vénia aqui o reproduzo por achar digno de ser partilhado por todos os demais visitantes desta " casa ".


Hoje não se fala português... linguareja-se!


Por Helena Sacadura Cabral, utilizada frequentemente em "ciências de educação"...

Desde que os americanos se lembraram de começar a chamar aos pretos 'afro-americanos', com vista a acabar com as raças por via gramatical, isto tem sido um fartote pegado! As criadas dos anos 70 passaram a 'empregadas domésticas' e preparam-se agora para receber a menção de 'auxiliares de apoio doméstico'.
De igual modo, extinguiram-se nas escolas os "contínuos"que passaram todos a "auxiliares da acção educativa" e agora são 'assistentes operacionais'.
Os vendedores de medicamentos, com alguma prosápia, tratam-se por "delegados de informação médica".
E pelo mesmo processo transmudaram-se os caixeiros-viajantes em 'técnicos de vendas'.
O aborto eufemizou-se em "interrupção voluntária da gravidez";
Os "gangs étnicos" são "grupos de jovens"   (criminosos).
Os "operários" fizeram-se de repente "colaboradores";
As fábricas, essas, vistas de dentro são "unidades produtivas" e vistas da estranja são "centros de decisão nacionais".
O analfabetismo desapareceu da crosta portuguesa, cedendo o passo à "iliteracia" galopante. Desapareceram dos comboios as 1.ª e 2.ª classes, para não ferir a susceptibilidade social das massas hierarquizadas, mas por imperscrutáveis necessidades de tesouraria continuam a cobrar-se preços distintos nas classes "Conforto" e "Turística".
A Ágata, rainha do pimba, cantava chorosa: «Sou mãe solteira...»; agora, se quiser acompanhar os novos tempos, deve alterar a letra da pungente melodia: «Tenho uma família monoparental...» - eis o novo verso da cançoneta, se quiser fazer jus à modernidade impante.
Aquietadas pela televisão, já se não vêem por aí aos pinotes crianças irrequietas e «terroristas»; diz-se modernamente que têm um "comportamento disfuncional hiperactivo" Do mesmo modo, e para felicidade dos 'encarregados de educação', os brilhantes programas escolares extinguiram os alunos cábulas; tais estudantes serão, quando muito, "crianças de desenvolvimento instável".
Ainda há cegos, infelizmente. Mas como a palavra fosse considerada desagradável e até aviltante, quem não vê é considerado "invisual". (O termo é gramaticalmente impróprio, como impróprio seria chamar inauditivos aos surdos - mas o "politicamente correcto" marimba-se para as regras gramaticais...)
As p.... passaram a ser 'senhoras de alterne'.
Para compor o ramalhete e se darem ares, as gentes cultas da praça desbocam-se em "implementações", "posturas pró-activas", "políticas fracturantes" e outros barbarismos da linguagem. E assim linguajamos o Português, vagueando perdidos entre a «correcção política» e o novo-riquismo linguístico.
Estamos "tramados" com este "novo português"; não admira que o pessoal tenha cada vez mais esgotamentos e stress. Já não se diz o que se pensa, tem de se pensar o que se diz de forma "politicamente correcta".
 Helena Sacadura Cabral


domingo, 8 de dezembro de 2013

Os Cinzentos



 Afloramento rochoso, do Cretácico, a poente da aldeia da Biscaia e também da zona da Figueira do Guincho.
Singular na sua cor podemos observá-los desde muito longe sem qualquer dificuldade pois sobressaem dos restantes penhascos.





Os Cinzentos. Falésia do tempo do Cretácico

Torre Vedras, Angola e o gás natural.

 De um seguidor deste meu blogue recebi ( o que agradeço ) por email o texto que reproduzo integralmente. Pelo interesse que me despertou dado que como todos sabemos e sentimos, os tempos que vivemos são de austeridade e de poupança, entende-se que seria de todo útil o Estado ( todos nós ) aproveitar aquilo que, a ser verdade ,seria um óptimo investimento. 
Parece no entanto que não será bem assim !...
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"  Eu desconhecia isto...
A Isabel dos Santos já se perfila para o que der e vier..........
...........não vá o Diabo tecê-las...........
Num altinho de Cabeça Gorda ( acho que se chama assim ), que fica entre Runa e Matacães a 3Km de Torres Vedras, por volta de 1974 , esteve a ser queimado durante mais de 2 meses gás natural.
Ao fim de dois meses os técnicos mandaram selar o poço . Na sequência disto, o Sr.Armindo ,presidente da Junta de Freguesia de Matacães,  suicidou-se.
 Um dos técnicos que esteve na análise deste poço  já me confirmou que o gás lá encontrado dava para o nosso país pelo menos para mais de 2OO anos.
O pai do Sr. Herman José foi um dos técnicos alemães que por lá andou. É pena já ter falecido para poder ele confirmar a história. Talvez o nosso humorista que tem boa memória  consiga confirmá-la se é que alguma vez o pai lhe falou nisso.
Talvez porque na altura da descoberta há quem diga que a Sacor é que mandou selar ( Sacor depois GALP )
MAS.....o que mais me admira é ter aparecido há meia dúzia de meses um(a) advogado(a) da Dª Isabel dos Santos com interesse em comprar uns bocadinhos de terreno mesmo encostadinhos à dita serra que pertenciam ainda à minha bisavó . E o engraçado é que dizem que a Dª Isabel já comprou uma quinta encostada a esses terrenos . Que coincidência...... ou há coisas que andam de dia e não se vêem. "
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Por minha iniciativa e para comodidade de quem leu o articulado acima entendi oportuno esclarecer quem é a Srª Isabel dos Santos.

Isabel dos Santos
Isabel dos Santos é uma empresária angolana, considerada a mulher mais rica e poderosa de África e, segundo a revista Forbes, a sua fortuna alcançou a marca dos mil milhões de dólares no inicio ... Wikipédia

Revista Forbes escreve que "a verdadeira história" sobre Isabel dos Santos "é como ela adquiriu riqueza".
A fortuna de Isabel dos Santos advém de ficar com uma fatia de uma empresa que quer estabelecer-se em Angola ou de uma assinatura presidencial do pai, refere um trabalho de investigação publicado na revista norte-americana Forbes.
"Tanto quanto podemos investigar, todos os grandes investimentos angolanos detidos por [Isabel] dos Santos vêm ou de ficar com uma parte de uma empresa que quer fazer negócios no país ou de um assinatura presidencial que a inclui na acção", escreve a revista, considerando que a história da filha do presidente de Angola "é uma janela rara para a mesma e trágica narrativa cleptocrática que estrangula os países ricos em recursos em todo o mundo".
O artigo, assinado pelo jornalista e activista angolano Rafael Marques e por Kerry A. Dolan, uma das coordenadoras da lista anual dos Bilionários, concede que já foi notícia o facto de Isabel dos Santos ser a primeira mulher bilionária em África, mas nesta edição argumenta que "a verdadeira história é como ela adquiriu a riqueza".
Assegurando ter falado com "dezenas de pessoas no terreno" e consultado documentos públicos e privados durante o último ano, o artigo da Forbes, que tem o título "A menina do papá: como uma princesa africana encaixou 3 mil milhões num país que vive com 2 dólares por dia", passa rapidamente em revista a infância e juventude da filha mais velha do presidente José Eduardo dos Santos e concentra-se na sua primeira empresa.

O apelido certo 
O dono do conhecido restaurante e bar Miami Beach, em Luanda, Rui Barata, resolveu propor sociedade a Isabel dos Santos com o intuito de afastar os inspectores e fiscais governamentais que assediavam o local.
O resultado? "Dezasseis anos depois o restaurante ainda é um local badalado ao fim de semana", e a lição foi aprendida: é possível comprar a prosperidade, desde que se tenha o apelido certo.
Passado o episódio inicial, a revista dedica-se a explicar como é que Isabel dos Santos tem 24,5% da Endiama, a empresa concessionária da exploração mineira no norte do país, criada por decreto presidencial, e daí avançando para a criação da Ascorp, a empresa que resultou da parceria com israelitas para a venda de diamantes, mas que tinha, diz a Forbes citando documentos judiciais britânicos, na sombra, o negociante de armas Arkady Gaydamak, um antigo conselheiro do presidente angolano durante a guerra civil de 1992 a 2002.
O escrutínio internacional dedicado aos 'diamantes de sangue', explica a revista, aconteceu no mesmo período em que Isabel dos Santos transfere a sua parte do negócio, que a Forbes classifica como "um poço de dinheiro", para a mãe, uma cidadã britânica, através de uma empresa com sede em Gibraltar.

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O gás natural é um combustível fóssil formado quando camadas de animais e vegetais soterrados ficam expostos a intenso calor e pressão ao longo de milhares de anos. A energia que as plantas naturalmente absorvem da luz do Sol é armazenado em forma de carbono em gás natural.1 É uma mistura de hidrocarbonetos leves encontrada no subsolo, na qual o metano tem uma participação superior a 70 % em volume. A composição do gás natural pode variar bastante dependendo de fatores relativos ao campo em que o gás é produzido, processo de produção, condicionamento, processamento, e transporte. O gás natural é um combustível fóssil e uma fonte de energia não-renovável.

O gás natural é encontrado em formações rochosas subterrâneas ou em reservatórios de hidrocarbonetos em camadas de carvão através de jazidas de petróleo, por acumulações em rochas porosas, isoladas do exterior por rochas impermeáveis, associadas ou não a depósitos petrolíferos. A maior parte do gás natural foi formado pelo tempo por dois mecanismos: os gases biogênicos e termogênicos. O gás biogênico é formado a partir de micro-organismos metanogênicos em pântanos ou aterros sanitários. O gás termogênico é formado a partir de material orgânico soterrado em grandes profundidades, com grande pressão atmosférica.2
Antes do gás natural poder ser utilizado como combustível, ele deve passar por um tratamento para retirar impurezas, inclusive a água, para satisfazer as especificações de um gás natural comercializável. São retirados nesse processo de tratamento etano, hidrocarbonetos de peso molecular superior, dióxido de carbono, hélio e nitrogênio.

sábado, 7 de dezembro de 2013

Político e político.


 Por norma escuso-me a referir aqui qualquer assunto que à política e aos políticos, duma maneira geral diga respeito, por considerar como diria Eça de Queiroz " Que os políticos e as fraldas devem ser mudados regularmente e pelas mesmas razões " 

Com o exemplo que se me deparou hoje nas notícias e que reproduzo abaixo cada vez me convenço mais disso mesmo.

Felizmente há excepções e Nelson Mandela foi uma delas. Agora não confundo " alhos com bugalhos "

 

Cavaco forçado a justificar voto contra libertação de Mandela

Publicado às 00.39

TELMA ROQUE
 30 4 1Jornal de Notícias

Os elogios do chefe de Estado a Nelson Mandela na mensagem de condolências enviada à África do Sul causaram um duplo incómodo. Primeiro no Parlamento; depois em Belém.











Cavaco forçado a justificar voto contra libertação de Mandela
Mandela e Cavaco Silva. Foto arquivoJN

...por lembrar que o Governo liderado por Cavaco 
 Silva, em 1987, votou contra uma resolução das Nações Unidas que pedia a libertação do ex-líder sul-africano.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Sintra. Património Mundial

Atinge hoje a maioridade ou seja faz dezoito anos que a Vila de Sintra e paisagem circundante são classificadas, pela UNESCO, Património Mundial. Foi nesse já algo longínquo ano de 1995.



 Nota: Para outros significados, veja Sintra (desambiguação).
Sintra
Brasão de Sintra Bandeira de Sintra
Brasão Bandeira
Nt-sintra1.jpg
Vista de Sintra
Localização de Sintra
Gentílico Sintrense
Área 316,06 km²
População 377 835 hab. (2011)
Densidade populacional 1 195,45 hab./km²
N.º de freguesias 20
Presidente da
Câmara Municipal
Basílio Horta (PS/PSD/CDU)
Fundação do município
(ou foral)
1154
Região (NUTS II) Lisboa
Sub-região (NUTS III) Grande Lisboa
Distrito Lisboa
Antiga província Estremadura
Orago Santa Maria e São Miguel
Feriado municipal 29 de Junho
Sítio oficial www.cm-sintra.pt
Municípios de Portugal Flag of Portugal.svg
Sintra é uma vila portuguesa no Distrito de Lisboa, na região de Lisboa, sub-região da Grande Lisboa e na Área Metropolitana de Lisboa.
É sede de um município com 317 km² de área e 377 835 habitantes (2011), subdividido em 20 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Mafra, a leste por Loures e Odivelas, a sueste pela Amadora, a sul por Oeiras e Cascais e a oeste pelo oceano Atlântico.
A Vila de Sintra inclui o sítio Paisagem Cultural de Sintra, Património Mundial da UNESCO e tem recusado ser elevada a categoria de cidade, apesar de ser sede do segundo mais populoso município em Portugal, segundo a Câmara Municipal de Sintra.

1 -A serra com o seu típico " Barrão " de Verão.Vista da zona da aldeia do Zambujeiro
2-A sul da Peninha. Vista da zona do Selão








3-Ao longe a "Pena ". Vista do Pisão de Baixo
4-A Tapada das Chãs e o seu cabeço do vento












5-Outras " Heras "
6-Malveira da Serra vista da " Malveira de Cima ".























7-Malveira de Serra; Arneiro; Almoinhas Velhas e algumas casas da Charneca vistas da zona do Selão
8- Caminhos da Serra de Sintra


Nota. As fotografias nºs ; 1 - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7 - 8 - e 9. São de minha autoria. Tecle sobre as mesmas para as observar com melhor detalhe.
Todas obtidas no Verão e retratam entre outras paisagens, a vertente sul da maravilhosa Serra de Sintra.








9-Serra de Sintra e Peninha envolta no " barrão ". À extrema o Cabo da Roca.( Onde a terra acaba e o mar começa ) Vistas do Cabo Raso.



Barrão. Denominação local para a névoa que inopinadamente cobre a serra usualmente nos dias de verão. Em regra surge  a acompanhá-la  a conhecida " nortada " ou seja o forte vento predominante do quadrante norte. Temos até o curioso provérbio local que " reza " assim:   " Serra de Sintra com cabeleira é sinal de ventaneira."
Raramente falha !