segunda-feira, 16 de julho de 2012

Nem sempre o que parece é!


Disfarçe
Um polícia disfarçado, que procurava uma testemunha para fazer prova de um crime, em Dallas,Texas, encontrou uma rapariga que permanecia em atitude provocatória à esquina de uma rua escura e começou a falar-lhe, tentando arrancar-lhe informações.
 Por fim, a rapariga meteu-lhe um par de algemas nos braços e conduzi-o para a prisão: também ela era uma polícia disfarçada.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Hipismo. GCT

Grande Prémio de Portugal de Hipismo chega a Cascais esta quinta-feira


Os melhores cavaleiros da atualidade regressam a Cascais para disputar, entre o dia 12 e 14 de julho, mais uma etapa do Global Champions Tour, o Grande Prémio de Portugal de Hipismo, na qual estará em jogo o maior prize money jamais atribuído em Portugal.

Pelo sétimo ano consecutivo, o Grande Prémio de Portugal, integrado no circuito mundial do Global Champions Tour (GCT) – a mais prestigiada prova hípica de obstáculos do mundo – decorrerá no Hipódromo Manuel Possolo, em Cascais.
Também conhecido como Liga Milionária, o Global Champions Tour (GCT) – concurso de saltos internacional de cinco estrelas – é disputado anualmente em três continentes: Europa, América e Ásia.



quarta-feira, 11 de julho de 2012

Fogo na Serra de Sintra hoje.


Dois bombeiros ficaram feridos no combate ao incêndio que deflagrou na Serra de Sintra hoje ao princípio da tarde. O incêndio já está dominado, mas a serra continua a arder.

Mariana Corrêa Nunes (www.expresso.pt)
17:01 Quarta feira, 11 de julho de 2012
 

O incêndio começou na Quinta da Capela
O incêndio começou na Quinta da Capela
O incêndio na serra de Sintra fez dois feridos ligeiros e, embora ainda não tenha sido dado como extinto, já está controlado.
Os dois feridos são bombeiros, um já teve alta e outro continua em observação no hospital S. Francisco Xavier, contou ao Expresso fonte da Proteção Civil.
O incêndio que começou na Quinta da Capela, perto da Eugaria, às 14h32, foi dado como controlado hoje às 17h28.
Foram mobilizados 57 veículos e um total de 189 operacionais que estão no terreno a tentar combater o fogo.
O vento forte está a dificultar a operação, mas a situação já está controlada.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/incendio-na-serra-de-sintra=f739034#ixzz20LFgGzMr


Foi com muita mágoa que tive conhecimento deste fogo.Estava a trabalhar e como tal não pude ir à serra para observar o que se passava, porém o fumo era muito espesso o que indiciava algo grave.
Vento muito forte e algum calor conjugaram-se neste dia.
Felizmente  neste momento tudo indica o incêndio estar dominado.
Uma palavra para os bombeiros. Muito obrigado e rápidas melhoras.

 Informação da Protecção Cívil
O incêndio na Serra de Sintra, que começou na Quinta da Capela, perto da Eugaria, cerca das 14h30, foi dominado às 17h28, segundo informação da Proteção Civil.
O incêndio mobilizou  cinco meios aéreos (1 helicóptero de ataque inicial, 2 helicópteros bombardeiros e 2 aviões bombardeiros), 63 veículos e um total de 211 operacionais para combater o fogo em duas frentes.
No local está presente o presidente da Câmara Municipal de Sintra, Fernando Seara.

Tecle sobre a imagem para melhor leitura.


Desta feita não se perdeu tempo. Combate musculado e rápido. Bem hajam.

Lobo devolvido à natureza.

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Foto: Pedro Cunha
                                      Estima-se que existam em Portugal cerca de 300 lobos

Num caso inédito de conservação em Portugal, um jovem lobo-ibérico ferido há dois meses numa armadilha ilegal foi devolvido à natureza, no concelho de Montalegre. A adaptação deste animal, com uma pata amputada, está a ser acompanhada graças a uma coleira GPS.
Em Montalegre é bem conhecida a história do caso do lobo-ibérico (Canis lupus signatus), com um ano de idade, que esteve no Centro de Recuperação de Animais Selvagens (CRAS) da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) nos últimos dois meses.

Domingos Moura, veterinário municipal de Montalegre, cuidou do lobo durante as primeiras 24 horas, em finais de Abril. “Foi uma pessoa de uma aldeia que o encontrou num laço ilegal, e me avisou. Quando o levei para a clínica tinha 30 quilos, estava muito debilitado, desidratado e faminto”, contou ao PÚBLICO. A pata estava presa num cabo de aço e o animal “apresentava um traumatismo bastante severo”. “Matei-lhe a fome e a sede e depois o hospital veterinário da UTAD e o ICNB (Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade) vieram buscá-lo”.

O lobo-ibérico – de uma espécie protegida e que se estima estar reduzido a cerca de 300 animais e 60 alcateias – foi tratado com um contacto mínimo com as pessoas. Segundo disse à agência Lusa José Paulo Pires, director-adjunto do Departamento de Gestão de Áreas Classificadas – Norte, do ICNB, o lobo revelou ter tido uma boa recuperação clínica da lesão que sofreu, fez uma boa cicatrização, aumentou de peso, ganhou robustez e manteve a sua agilidade. “Concluiu-se que estaria em condições de sobreviver autonomamente e optou-se pela sua libertação”, salientou o responsável.

O animal foi restituído à natureza na quinta-feira passada, com uma coleira GPS. “Já é possível saber que ele andou alguns quilómetros, mas ainda não é muito significativo porque ele, neste momento, está numa fase de explorar e reconhecer o território”, salientou José Paulo Pires.

Francisco Álvares, investigador do CIBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos) e que estuda o lobo-ibérico desde 1994, considera que este caso pode trazer “informação valiosa”. Tudo porque, disse ao PÚBLICO, ao contrário do que é feito para as aves de rapina, por exemplo, este é o primeiro caso em Portugal de um “lobo capturado na natureza, tratado num hospital e depois devolvido à liberdade”. Mesmo a nível internacional são pouquíssimos os casos. “Podemos saber se estes animais conseguem adaptar-se e reintegrar-se nas alcateias”. O seguimento do lobo por GPS foi responsabilidade do ICNB mas agora tem a assessoria científica do CIBIO.

“A ideia é que se junte ao resto da alcateia. Ainda anteontem vimos alguns lobos, mas não sabemos se serão da mesma alcateia”, disse o veterinário Domingos Moura. “Contrariamente ao que acontecia há 30 ou 40 anos, a reacção das populações locais está a ser óptima”, considera. “Pensando que seria eu a restituir o animal à liberdade, diziam-me para eu fazer o que pudesse para ajudá-lo, para não olhar a meios. Só me pediam uma coisa: ‘quando o libertar, liberte-o longe dos meus rebanhos’”.

Esta mudança de mentalidades tem uma explicação, disse. “Quando havia muitos lobos, não haviam javalis nem raposas. Hoje, os lobos praticamente desapareceram", sendo mesmo uma espécie classificada como Em Perigo, pelo Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal. "Os agricultores queixam-se do aumento exponencial do número de javalis, que destroem os campos de milhos, os lameiros, tudo". E as raposas destroem as perdizes e os coelhos-bravos, “que quase não há nenhuns por aqui”. “Reconhecem que, afinal, o lobo lhes faz falta.”

As armadilhas ilegais, "normalmente direccionadas ao javali, são uma ameaça ao lobo e a toda a fauna selvagem", disse Francisco Álvares. Este é um problema "com uma incidência muito maior do que pensamos" e "demonstra a necessidade de uma fiscalização e controlo destes laços ilegais".

Noticia de ECOSFERA - PUBLICO P.T. 

sábado, 7 de julho de 2012

O meu estado.

Simplesmente estranho e curioso este verão, dado que pela manhã chuviscava e agora pelo final do dia parece que estamos em pleno outono.
Aproveitei algumas horas e fui em bicicleta até à " minha " querida serra de Sintra isto depois das quatro horas da tarde. Vento fresco e algumas nuvens acompanharam-me no passeio porém o mais interessante disto tudo é que destas pequenas ( na aparência ) decisões nasce em mim um bem estar interior que me leva a aceitar o mundo tal como ele está.
A minha serra

Serra de Sintra ,meu amor.

 Sem dúvida alguma brindo a todos os meus amigos e ilustres desconhecidos. Saúde e longa vida a toda a gente.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Conhecimento perigoso.


O que é  a realidade? O finito e o infinito? O que são afinal? Tantas questões e tão poucas certezas.Ou nenhumas. Deste filme retirei uma conclusão. Só sei que, de facto, nada sei!

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Aqui e agora.

Burrinhos
flores
Entre o campo e a minha casa encontrei estes quadros da natureza.Aqui em Cascais! Hoje.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Memória aos anos 60 , 70 , e 80.

Afinal de contas... os carros não tinham cintos de segurança, apoios de cabeça, nem air-bag !!

Iamos soltos no banco de trás
fazendo aquela farra!
E isso não era perigoso!

As camas tinham grades e os brinquedos eram multicores com pecinhas que se soltavam ou,no mínimo,pintados com umas tintas " duvidosas " contendo chumbo ou outro veneno qualquer

Não havia trincos de segurança nas portas dos carros, chaves nos armários de medicamentos, detergentes ou químicos domésticos.

A gente andava de bicicleta para lá e para cá, sem capacete, joelheiras, caneleiras ou cotoveleiras...

Bebiamos água da bilha, da torneira, de uma mangueira, ou de uma fonte e não águas minerais em garrafas ditas " esterilizadas ".

Construiamos aqueles famosos carrinhos de rolamentos e aqueles que tinham a sorte de morar perto de uma ladeira asfaltada, podiam tentar bater records de velocidade e até verificar no meio do caminho que tinham economizado a sola dos sapatos, que eram usados como travões...e estavam descalços...

Depois de alguns acidentes...
Todos os problemas estavam resolvidos !

Iamos brincar na rua com uma única condição:
Voltar para casa ao anoitecer.
Não havia telemóveis...
E os nossos pais não sabiam onde estavamos!
Era incrível!
                                                                                         

Tinhamos aulas só de manhã, e iamos almoçar a casa.
 Gesso no braço, dentes partidos, joelhos arranhados, cabeça ferida.
Alguém se queixava disso'

Todos tinham razão, menos nós...

Comiamos doces à vontade, pão com manteiga, bebidas com o ( perigoso ) açucar. Não se falava de obesidade, brincávamos sempre na rua e éramos super activos...

Dividiamos com os nossos amigos um refrigerante comprado na lojinha  da esquina, gole a gole e nunca ninguém morreu por isso
Nada de Playstation,... Nintendo, X boxes, Video jogos. Internet por satélite. Video cassete e D.V.D..
Dolby surround, telemóvel com câmara. Computador, Chats na Internet.

                                              Só Amigos


Quem não teve um cachorro Rin Tin Tin?
Nada de ração. Comiam a mesma comida que nós ( muitas vezes os restos ), e sem problema algum !
Banho quente ? Champô ?

Nada disso! No quintal um segurava o cão e o outro com a mangueira ( fria ) ia deitando água e esfregando-o com ( acreditem se quiserem ) sabão ( em barra ) de lavar roupa !

Algum cão morreu ou adoeceu por causa disso ?

A pé ou de bicicleta, íamos à casa dos nossos amigos, mesmo que morassem a kms de nossa casa, entrávamos sem bater e íamos brincar.

É verdade ! lá fora, nesse mundo cinzento e sem segurança !
Como era possível ?
Jogávamos futebol na rua com a baliza sinalizada por duas pedras, e mesmo que não fossemos escalados...ninguém ficava frustado e nem era o " fim do mundo "

A escola tinha bons e maus alunos. Uns passavam e outros erram reprovados. Ninguém ia por isso a um psicólogo ou psicotarapeuta. Não havia a moda dos sobredotados, nem se falava em dislexia, problemas de concentração, hiperactividade. Quem não passava, simplesmente repetia de ano e entrava de novo no ano seguinte !

As nossa festas eram animadas por gira-discos com agulhas de diamante deslizando sobre discos de vinil, luz negra e um delícioso coquetel feito de grosselha e maçã em cubinhos.

Tinhamos :
LIBERDADE
FRACASSOS
SUCESSOS e,
DEVERES
...e aprendiamos a lidar com cada um deles !

A única questão é ?
Como a gente conseguiu sobreviver ?

E acima de tudo, como conseguimos desenvolver a nossa personalidade ?

Você também é dessa geração ?

Se sim, então mande este e-mail aos seus amigos desse tempo, e também aos seus filhos e sobrinhos.
para que eles saibam como era no...
                                                NOSSO TEMPO !
Sem dúvida vão responder que era uma chatice, mas...
                                                ERAMOS FELIZES

Agradecimentos aos autores que nos deram a oportunidade de revivermos uma época maravilhosa de nossas vidas ...


sábado, 30 de junho de 2012

Aqui e ali.

Tenho visto com agrado a estima com que a Serra de Sintra está a ser cuidada. Um destes dias deparei com um novo " tapete " de asfalto pela estrada central. De igual forma a limpeza dos caminhos velhos e das por vezes exuberantes árvores, é um facto. Ainda ali bem perto, pelo lado sul, colada às suas faldas temos o Pisão, quinta, muito limpa e visitável seja a pé, a cavalo, ou, em bicicleta. Aqui ou acolá, em ambos os locais, encontramos  fontes de generosa água para delas usufruir sem qualquer receio.
Pisão. (  ao fundo a Serra. )

Que bom é pensar que tudo continuará assim. Pela minha parte contribuo com o meu maior respeito pela ordem natural das coisas, sempre louvando aqueles  que, com o seu empenho altruísta e anónimo, permitem este bem estar.  Nunca será de mais realçar.