Há Pouco mais de um ano procederam a um despedimento colectivo alegando os mesmos motivos que referem agora para a comunicação social *e que custou seis milhões de euros ** . Agora voltam à carga. Com que fim !!???
* Jornal Destak 31-8-2011.
** Pagos pelos colaboradores na ocasião dispensados com a perca dos seus postos de trabalho.
Claro que como " da outra vez " a culpa é de alguns trabalhadores, da crise, do jogo online etç e tal.. Nunca, jamais daqueles que desempenham funções de topo. E depois vêm apelar ao Estado para os ajudar. Coitadinhos. Tenho tanta pena deles. Gostaria de os ver era deixarem -se destes patéticos apelos e manterem os postos de trabalho existentes ( coisa que sabemos não os preocupa ) e serem pessoas de estatura moral suficiente para não empobrecerem ainda mais a região que em má hora os acolheu ou seja, a minha, Cascais.
Ou muito me engano ou preparem-se pois que em breve vamos ter mais uns quantos no desemprego. Se acusados de tal se dever a má gestão ou algo mais banal os, ou o, ( supostos ou suposto ) causador destes dramas sociais como de costume, rejeitarão todas as acusações repetitivamente. Disto tenho a certeza!
| Mesmo com lucros de milhões... |
a noticia acima é de Fevereiro de 2010.
Esta é de hoje !!!
Casinos portugueses perdem mais de 9 milhões de euros em receitas de jogos
31 | 08 | 2011 12.57H
As receitas de jogo dos onze casinos nacionais caíram 9,1 milhões de euros no primeiro semestre deste ano em termos homólogos, totalizando 158,6 milhões de euros, o montante mais baixo dos últimos doze semestres.
As contas relativas ao mercado nacional constam do relatório semestral do grupo Estoril-Sol, que controla os casinos do Estoril, Lisboa e da Póvoa de Varzim, e evidenciam o decréscimo sucessivo das receitas devido “à crise económica e financeira (…) a par da crescente e impune proliferação do jogo online, sem qualquer ação preventiva ou repressiva por parte do Estado”.
Nas máquinas automáticas, as receitas registaram uma quebra de 5 por cento, enquanto os jogos bancados (como a roleta), que representaram 16,4 por cento das receitas de jogo dos casinos, tiveram um decréscimo de 7,8 por cento.*
* Final da citação do jornal Destak.
" Justiça "
A região de Cascais necessita que o seu nome honrado por gerações não seja vilipendiado impunemente.
Nas máquinas automáticas, as receitas registaram uma quebra de 5 por cento, enquanto os jogos bancados (como a roleta), que representaram 16,4 por cento das receitas de jogo dos casinos, tiveram um decréscimo de 7,8 por cento.*
* Final da citação do jornal Destak.
Eu suponho que os trabalhadores agora ainda no activo deverão ser culpabilizados por algum furacão semelhante ao que a Polícia Judiciária em 2010 denominou de " Operação " e que mexeu ( por supuesto hombre .), ali para aquela zona do Estoril e que causou danos de muitos milhares de euros. Os tais 6 milhões ?... que custou aos trabalhadores ( mais humildes ) o seu posto de trabalho para resarcir ( supostamente , claro ) a " casa " dos danos causados pelo furacão " Operação ".
Resarcir, ante os acionistas uma gestão no mínimo danosa.
( supostamente claro. ) Se assim não procedessem quem seriam culpabilizados? Quem ? Pois é. " Quando o mar bate na rocha quem se lixa é o mexilhão " Dizemos nós Homens de Cascais quando o mar está bravio.
Os maus da " fita " os intocáveis do topo decidiram o despedimento colectivo à revelia da mais elementar das cláusulas do vigente Código do Trabalho ( são públicos os motivos e razões apresentadas )e em sinistro aproveitamento do estado geral do País fazendo tábua rasa da própria legislação do sector. Assim mataram dois coelhos com uma cajadada " pensaram eles de que " como diria um conhecido dirigente desportivo. Se o Tribunal decidir a favor dos colaboradores que depositaram na Justiça todas as suas esperanças então é que os tais do topo vão sentir-se mexilhões.
Será então um furacão de que nome ? Eu já tenho um nome: Justiça.Resarcir, ante os acionistas uma gestão no mínimo danosa.
( supostamente claro. ) Se assim não procedessem quem seriam culpabilizados? Quem ? Pois é. " Quando o mar bate na rocha quem se lixa é o mexilhão " Dizemos nós Homens de Cascais quando o mar está bravio.
Os maus da " fita " os intocáveis do topo decidiram o despedimento colectivo à revelia da mais elementar das cláusulas do vigente Código do Trabalho ( são públicos os motivos e razões apresentadas )e em sinistro aproveitamento do estado geral do País fazendo tábua rasa da própria legislação do sector. Assim mataram dois coelhos com uma cajadada " pensaram eles de que " como diria um conhecido dirigente desportivo. Se o Tribunal decidir a favor dos colaboradores que depositaram na Justiça todas as suas esperanças então é que os tais do topo vão sentir-se mexilhões.

A região de Cascais necessita que o seu nome honrado por gerações não seja vilipendiado impunemente.





