segunda-feira, 11 de julho de 2011

Aviões no Estoril






O que levou 100.000 pessoas ao Estoril segundo a imprensa.




 Dois F:16 semelhantes, mas portugueses,  iniciaram o desfile.



 
                                           F.16









        Apesar da crise e devido a ela só tivemos uma breve presença. Mesmo assim muito obrigado F.A.P.

Do Exército Português os Falcões Negros
                   Foi brilhante a actuação pois apesar do vento forte todos lograram atingir o areal.
Um dos melhores momentos do festival. Evoluções ousadas dos " páras " Falcões Negros.
 Aqui consegui fotografar um elemento dos Falcões Negros. Desconhecia e existência desta excelente faceta do nosso Exército. Muito obrigado E.P.

Um leque
Ejército del Aire de Espanha. 5 Helicópteros.
                                                                             

                    É por demais evidente que não recorri a teleobjectiva. Só isso justifica a aparente distância
                                                                  


Um exemplar da Patrulha ASPA
                                                                                     

Muito  belo de ver.
  Além destes dois helicópteros assistiu-se às acobracias destes estranhos modelos de aviões.

                                                  

muita gente
                                                                    

O Alouette III . Demonstrou ante todos uma recuperação e salvamento, após busca no mar.


aspecto da assistência

Sim... dia dez de Julho fui até ao Tamariz assistir ao habitual festival aéreo de todos os verões talvez de há uns cinco anos para cá. Deixo-vos algumas imagens do muito que vi.

estes foram alguns que ali estiveram.

                                                     
          Participaram neste evento:
                                                     F : 16 - Perfomance
                                                     Falcões Negros. Pára- quedismo. Exército português.
                                                     Ejército del Aire de Espanha - Patrulha ASPA com 5 helicópteros.
                                                     Patrulhas civis.  -  Patrouille REVA - França 
                                                                                 Patrulha   JACOB 52 - Espanha
                                                                                 Patrulha   SMOKEWINGS, Portugal
                                                     Team Aerobática - com Pitts Special S- 2 B    Portugal
                                                     Team Lima Alpha.
                                                     Diana Gomes da Silva *
                                                     Pedro Cunha Pereira *
 Acerca destes participantes  por me encontrar longe do sistema sonoro do evento e, por azar meu, perto da piscina do Tamariz onde uns frequentadores, genuínos " Tugas, " decidiram incomodar toda a gente com a música daquele espaço em " altos berros " não foi viável descortinar quais os aviões utilizados. Saliento que estava tudo cheio de gente desde o Estoril até Cascais na orla do paredão, e não só. Não fora isso e teria saido dali como muita gente fez incomodada com o ruido. Enfim tem de se dar um desconto. Também já tive aquela idade só que talvez sentisse um certo desconforto em incomodar alguém por puro exibicionismo.

                   Para o ano há mais...?                                

                                              

sábado, 9 de julho de 2011

De bom humor.



Por essa Serra de Sintra
Ao longe o rio Tejo e os areais da Caparica. A silhueta da Arrábida.
 Passei por um maravilhoso recanto da serra num destes meus percursos em bicicleta no habitual e sereno ritmo de passeio. Um dia lindo como o são todos por aqui e, nestas circunstâncias quer esteja sol, chuva, vento ou névoa. Trata-se de um caminho muito pouco conhecido, de difícil acesso, por localização íngreme, mas pelo qual volta e meia decido dar o meu  passeio.
   Vejam esta linda paisagem. É ou não é um regalo? Aquele arbusto florido  chamado " Bunganvilia " aqui vestido de rosa.
Entrada Proibida. Zona Prisional.

Um pouco mais adiante deparei com esta placa que tem a sua piada. Embora compreendamos o sentido não deixa de ser propício a um sorriso. Imagine-se uma placa do outro lado da árvore com o seguinte texto: " Entrada  proibida. Zona livre. "

Tires, Manique, Oeiras e um vasto etc...
       Desfrutemos pois, desta vista impar, sobre a região entre as serras da Arrábida e Sintra. Um sentir o quanto somos pequenos.                    

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Julho

                       


                                    Julho, ceifa-se o trigo e a debulha.
                                    Julho é o mês das colheitas, Agosto o mês das festas.
                                    Julho quente, seco e ventoso, trabalha sem repouso.


            Difícil se torna encontrar provérbios adequados a Julho que não tenham conotação com a agricultura.
  Procurei e encontrei mais alguns porém e em norma a sua essência é a mesma de forma que deixo esta nota final apenas para salientar esse facto.

Nove anos.

  "  Estes pinheiros mansos são tão antigos, e aquele recanto ali com um pouco de mato e alguns bravos à sua volta, ao lado da terra lavrada. Vou andando... rente ao ribeirinho que por aqui passa  no seu leito de Inverno. No Verão seca. Como esta encosta está coberta de pinhal bravo ! ena... que altos são. Subo uns metros e que vejo; uma fila de pinheiros mansos. Só três ou quatro parecem ter aqui sido colocados,alguns dos  outros nasceram ao acaso. Ao meu lado esquerdo carrascos e uma pequena planície, mais ao longe uns zambujeiros servem de muro para a quinta do engº França.  Lá anda o caseiro, o Sr: Lima a tratar da horta.Vejo um terreno coberto de cimento, deve ser para jogarem ténis;... não sei!  Ao redor que caminhos tão lindos, cheira a flores. Lá estão lirios roxos e mais além um amarelo, hummm... aroma a madressilva, e estes muros de pedra, tantos e de todos os tamanhos a maior parte já de nada servem. D'antes seriam para separar os terrenos. Vou até casa, sigo pelo caminho que, entre muros destas mesmas pedras, separam as terras ainda  lavradas do  Caunha, do Calçabota e outras de quem não sei o nome.Olhando para sul vejo o regato atravessar duas dessas terras lavradas tendo, nas suas margens, silvados.  No inicio um medronheiro enorme  e ao meio outro. Quase em casa mais pinhais, carrascais e um olivão bem idoso. Chego, enfim, e vem o meu cão ter comigo. Depois estou em casa onde encontro os meus pais "
Pequeno trecho dos "meus tempos" entre urbanizações



Rua de Santana. Bairro J. Pimenta. Tudo isto foi por mim percorrido sem alcatrão ou betão.

 Este trecho foi  uma página arrancada ao meu diário imaginário. Nove, dez anitos ou pouco mais.
Nada do que referi ainda existe. Tudo foi desaparecendo. Primeiro a natureza substituida por casas, arruamentos e progresso. Meu Pai quando eu tinha dezessete anos e tudo o mais a pouco e pouco. Algumas vezes ainda recordo certos aromas quando ando pelo campo. Mas não são a mesma coisa.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

SESSENTA ANOS


Moinho de Vento. Alcabideche anos 50. Capa do livro " registo fotográfico de Alcabideche e alguns apontamentos Histórico - Administrativos "

Tirei esta foto no mesmo local em Junho de 2011.
Quantas vezes o moleiro não sorriu destas janelas ?

Já girou milhares de vezes para moer a farinha do pão nosso.
A aguardar ruína total ?
                                                


   Assim vai o património. Lenta mas inexoravelmente o tempo vai levando à ruína mais este Monumento Cascalense. Sinceramente  é de lamentar. Tal como entre nós homens a sorte favorece uns e deixa outros esquecidos. Vejam nas fotos de baixo um outro moinho a apenas cem metros deste, se tanto. Bem tratado e estimado como se na sua origem o berço não fosse o mesmo !

                              
Ao lado do irmão pobre. E, como de costume, de costas voltadas.

Estimado e limpo

Moinho Ibne Mucana

De " costas " viradas aos ventos predominantes.
                De registar, no entanto, o trabalho efectuado neste moinho. Deixaram de lado as caracteristicas originais, adulterou-se o aspecto e não se promoveu um cuidado trabalho de pesquisa. Apesar de caminhar para a ruína o esquecido moinho anónimo tem mais para mostrar da realidade para que foi edificado pois preserva o " aroma "do trabalho sem a capa de modernismo que colocaram neste. Um restauro, para o ser, ( afirma quem disso entende ) tem de cuidar com rigor de aspectos importantes e não ser apenas um embelezar de fachada.                            



                                        

Agora.

                                       Agora vou escrever algo de bom. Um pensamento apenas.
Praia Pequena do Guincho.

              O amor é como a natureza: grande, principalmente nas coisas pequeninas

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Até ver ...

  Sinto nos dias que correm muita dificuldade em aceitar a situação social. Não há forma de encontrar um percurso que conduza ao bem estar dos povos. Por toda a Europa mediterrânica agonizam as nações vergadas ao colossal erro, para mim, da entrada no euro. Os  países nórdicos vão erguendo as suas economias e nós assistimos. Que raio andam os governos  cá de baixo a fazer ? Em Portugal então é de mais. Sei de casos
 
escandalosos e abusivos de utilização dos meios públicos para uso privado, aliás todos sabemos. Poderia dar exemplos desses actos pagos pelo dinheiro ( pouco ) dos contribuintes. Carrinho para aqui, carrinho para acolá e  adiante que se faz tarde. Produzir ?  " Tá quieto ". É o  " Apoio ao cliente " a funcionar.
    Assim só muito dificilmente sairemos deste atoleiro.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Prosseguindo pela memória

Vista para o Cabo Raso
 Nestes meus tempos actuais vou registando em fotografia pedaços da minha vida. Assim junto mais este obtido no dia dois, deste Julho.


Forte Velho do Guincho
                          

            Deste dia de encanto junto estas duas imagens.                                                                    

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Aconteceu neste dia:

                                                                   
                                       1867 - Em Portugal, Abolida a pena de morte.


                                               
                                            1952 - Constítuida a Força Aérea Portuguesa.

                                                       

De novo

Cá estou após um dia ausente. ou dois? Certo é que os aproveitei ao máximo dentro das  possibilidades. Estive por Águas de Moura, Setúbal onde, com um grupo de amigos, jantei divinalmente anteontem. Ontem, afim de desfrutar de um dia lindo ainda percorri alguns locais junto ao mar e serra sempre em b.t.t. aqui pelo Guincho e Sintra.