domingo, 5 de junho de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
Dia Internacional das Crianças Vítimas de agressão. Sábado 4 de Junho.
Dia este consagrado a uma causa que me faz reflectir acerca do que se entende por agressão.Desde o plano físico ao mental existe todo um longo caminho pelo qual nós um dia passamos.Eu por mim recordo, como se fosse hoje e já lá vão cinquenta anos o seguinte. Teria então entre os seis e os dez anitos e, como os demais, frequentava o ensino primário.Uma tarde a professora uma tal dª. Maria José quando lhe fui apresentar a minha conta de dividir verificou-a errada. Pois bem! Deu-me uma estalada tão violenta que ficou a mão marcada na face.Horas depois minha Mãe perguntou-me o que tinha na cara.Menti-Lhe dizendo algo que não me ocorre agora, mas fi-lo por receio de que, caso fosse ter com a professora ela me castigasse num outro dia. Ainda hoje me arrependo e lembro essa mentira que me dói mais que a chapada. A professora faleceu anos depois, deixando-me a herança de um medo à escola e um amargo na mente. Poderia ela viver cem anos e caso a visse em qualquer ocasião dir-lhe-ia." O que a srª fez àquela criança não se faz.Agiu mal e destrui-o para sempre a confiança na escola de uma alma em formação."
Pois, como disse, decorreram muitos anos e ainda me dói fisica e mentalmente o recordar aquele acto cobarde.
Assim como não a esqueci nem a perdoei, sinto para com todas as crianças ofendidas deste mundo uma grande solidariedade. Veja-se como se incute no nosso espírito certos actos ocorridos enquanto somos uns anjinhos indefesos.Naquela altura era assim. Se fosse hoje, com a sociedade que nos rodeia, talvez se pudesse argumentar algo na defesa daquela sujeita como por ex: eu ser uma criança rebelde,ou hiperactiva, ou até autista. Poderia sê-lo! Mas isso não desculpa a violência. No entanto e aparte isso, tive depois de concluida a " primária " na Escola Pública de Cascais um ensino maravilhoso pautado pelas normas do respeito mútuo na Escola Técnica e Liceal Salesiana do Estoril e depois na Escola Industrial Marquês de Pombal, em Belém. Guardo gratas recordações. Recordo bons Professores e Educadores.Mas aquele acto quando era pequenino !!! Nunca minha Mãe ou meu Pai me bateram, não era preciso sei-o hoje. Eu era um miudo sereno, equilibrado e até demasiado infantil. Afinal estavamos entre o ano 1960 e o 1964, não havia nada do que hoje desperta nas crianças uma imagem direi até precoce, por vezes, do mundo que existe ao nosso redor. O bom e o mau.
A criança de hoje será quem nos julgará amanhã .
Pois, como disse, decorreram muitos anos e ainda me dói fisica e mentalmente o recordar aquele acto cobarde.

Assim como não a esqueci nem a perdoei, sinto para com todas as crianças ofendidas deste mundo uma grande solidariedade. Veja-se como se incute no nosso espírito certos actos ocorridos enquanto somos uns anjinhos indefesos.Naquela altura era assim. Se fosse hoje, com a sociedade que nos rodeia, talvez se pudesse argumentar algo na defesa daquela sujeita como por ex: eu ser uma criança rebelde,ou hiperactiva, ou até autista. Poderia sê-lo! Mas isso não desculpa a violência. No entanto e aparte isso, tive depois de concluida a " primária " na Escola Pública de Cascais um ensino maravilhoso pautado pelas normas do respeito mútuo na Escola Técnica e Liceal Salesiana do Estoril e depois na Escola Industrial Marquês de Pombal, em Belém. Guardo gratas recordações. Recordo bons Professores e Educadores.Mas aquele acto quando era pequenino !!! Nunca minha Mãe ou meu Pai me bateram, não era preciso sei-o hoje. Eu era um miudo sereno, equilibrado e até demasiado infantil. Afinal estavamos entre o ano 1960 e o 1964, não havia nada do que hoje desperta nas crianças uma imagem direi até precoce, por vezes, do mundo que existe ao nosso redor. O bom e o mau.
A criança de hoje será quem nos julgará amanhã .
sexta-feira, 3 de junho de 2011
A Arte de Amar
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| O coração tem razões que a razão não conhece |
Diga-se o que disser das indiferentes,verdadeiras ou falsas,o certo é que sempre se consegue delas o que se pretende, mercê da perseverança e das provas de profunda afeição, que finalmente acabam por despertar-lhes no coração o fogo abrasador do amor.
Para render escravizado
Um coração insensivel,
Eis o remédio infalível;
Amai ! E sereis amado.
E acreditem também nesta verdade irrefutável; toda a mulher que lança mão, seja do que for, para agradar, tal mulher quer ser amada.
É possivel encontrar mulheres indiferentes, mas é bem limitado o número. Há muitas sim, que pretendem parecer que o são; estudando-as, porém, é fácil adivinharmos- lhe a sensibilidade. A mulher que pretende fazer-se passar por indiferente, apenas oferece ao amante a amizade, sentimento, segundo afirma,bem preferível ao amor, pois constitui um laço mais perdurável. Quando tivermos de nos haver com tais criaturas, devemos simular, como elas, a mais absoluta frieza. Se nos tem amor, serão as primeiras a quebrá-la.
As mulheres que nos despertam sentimentos profundos e perduràveis, não são indiferentes, porque a indiferença não pode perturbar a tranquilidade de ninguém.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Até para o ano.
Já passou mais um dia, este no entanto devia ser diferente.É o dia da espiga. Deveria fazer um raminho de alguns vegetais afim de o guardar todo o ano.Infelizmente passou-me completamente da memória esta cerimónia. Seria uma espiga de trigo para ter pão todo o ano. Agora pergunto-me. Onde encontrar a dita ?
Aqui na região não me ocorre um local onde as haja. Para o ano tenho de providenciar.
| O que me rodeia...dá comigo em doido! |
Amores famosos da História e da Literatura
Abelardo nasce em França no ano de 1079,nas cercanias de Nantes,destacando-se desde muito jovem pelo brilho da sua dialectica e seu espírito de controvérsia, o que o incita a deixar a carreira das armas pelo cultivo de todas as ciências até então conhecidas.
Em Paris leva uma vida agitada até que o nomeiam preceptor da sobrinha dum cónego, Chamada Eloisa. Profundamente apaixonado por ela, Abelardo escreve poesias que lhe dedica. E correspondido enfim pela jovem, rapta-a, levando-a para a Bretanha.
Ao regressar mais tarde a Paris, a família de Eloisa manda emissários que mutilam atròzmente Abelardo, enquanto Eloisa sabedora do acontecido, ingressa num convento de Argenteuil.
Entregue ao seu desespero Abelardo torna-se monge na ordem de S. Dionisio, dedicando-se ao ensino e levando existência exemplar até ao final de seus dias.
as cinzas dos dois namorados repousam no cemitério " Père Lachaise ", de Paris sendo continuamente visitado por inúmeros pares de namorados.
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| PÈRE LACHAISE ( PARIS )* |
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quarta-feira, 1 de junho de 2011
COBRE menino. II
Em frente a minha casa era um pinhal bravo, descia uns metros e começava um pinhal manso. Os pinheiros mansos eram velhos e enormes, que regalo era procurar pinhões para com uma pedra os partir e comer o miolo.Um pouco mais a poente havia um terreno cheio de arbustos e ervas atravessado por um regato cujas águas eram sujas e diziamos nós miudos de 10,11 anos, virem dos tanques de lavar roupa. A seguir no meio do que é hoje um largo amplo, na Pampilheira, estava uma pedreira.Quantas e quantas vezes eu não fiz o caminho de minha casa á escola em Cascais por atalhos que terminavam na estrada da Malveira onde hoje está a rotunda, junto ao bairro José Luís ou bairro Operário. Lembro-me de onde está a urbanização do J.Pimenta ser terreno deserto, apenas ali existir um marco geodésico e nada mais até ao bairro da Caixa. Do marco geodésico para S /O havia um depósito de água e uma casa de habitação cercada por altos muros.Onde hoje está o bairro da Assunção recordo-me de junto á estrada da Malveira existir uma casa belissima que no jardim tinha um lago e uma estatueta identica á que têm na Bélgica, em Bruxelas de um
pequenote a urinar na Mann eken - Pis Fountain que dizem datar de 1619 .Dizia-se ser esta casa mal assombrada e o que é facto é que a demoliram para no seu lugar construirem um edificio banal. A norte existia um outro depósito de água bem menor.Deste até á rotunda que falei era só mato e terras de semeadura. Ao longe, para o lado do Guincho o lugar da Torre.
Quando saía em frente a minha casa passando o pinhal havia a casa do sr: eng: França simpática família que passava por aqui aos fins de semana e que eu, miudo, admirava muito. Era uma moradia com um amplo terreno todo ele cultivado e estimado pelo seu caseiro o sr: Lima e sua esposa a d.ª Joaquina, gente boa que habitavam ao lado numa casinha linda. A seguir a este terreno do engº França e do lado poente a sul do já falado pinhal manso fizera um outro senhor de Lisboa uma residência e que dera o nome de " Baraca " também gente muito amável. Quando vinham passar os fins de semana traziam a familia com eles e era uma festa pois pouca gente via estranha ao meu cantinho. O unico senão era o cão que a familia França trazia. Um bulldog preto de seu nome bambu que corria atráz de nós miudos e que metia um medo terrivel. Era inofensivo mas como convencer os garotos disso ? Entre estas duas propriedades havia um caminho que nos levava a locais mágicos. Pinhais a perder de vista e aromas maravilhosos desses campos para sempre perdidos.
Voltarei a estes um outro dia.
pequenote a urinar na Mann eken - Pis Fountain que dizem datar de 1619 .Dizia-se ser esta casa mal assombrada e o que é facto é que a demoliram para no seu lugar construirem um edificio banal. A norte existia um outro depósito de água bem menor.Deste até á rotunda que falei era só mato e terras de semeadura. Ao longe, para o lado do Guincho o lugar da Torre.
Quando saía em frente a minha casa passando o pinhal havia a casa do sr: eng: França simpática família que passava por aqui aos fins de semana e que eu, miudo, admirava muito. Era uma moradia com um amplo terreno todo ele cultivado e estimado pelo seu caseiro o sr: Lima e sua esposa a d.ª Joaquina, gente boa que habitavam ao lado numa casinha linda. A seguir a este terreno do engº França e do lado poente a sul do já falado pinhal manso fizera um outro senhor de Lisboa uma residência e que dera o nome de " Baraca " também gente muito amável. Quando vinham passar os fins de semana traziam a familia com eles e era uma festa pois pouca gente via estranha ao meu cantinho. O unico senão era o cão que a familia França trazia. Um bulldog preto de seu nome bambu que corria atráz de nós miudos e que metia um medo terrivel. Era inofensivo mas como convencer os garotos disso ? Entre estas duas propriedades havia um caminho que nos levava a locais mágicos. Pinhais a perder de vista e aromas maravilhosos desses campos para sempre perdidos.
Voltarei a estes um outro dia.
JUNHO
Junho calmoso, ano formoso.
Junho chuvoso, ano perigoso
Junho quente, Julho ardente
Vai iniciar-se mais um mês.Corremos a passos largos para o Verão.Tudo será como dantes? Certo é que esta Primavera foi atipica pareceu-me.Tivemos, salvo erro, duas ou três ondas de calor e um ou outro temporal. recordo-me de logo após uma dessas semanas de calor ter caído granizo como há muito não se via ali para a região de Lisboa, concretamente Benfica.Esta semana que findou foi catastrófica para os produtores de tomate do Ribatejo devido à chuva intensa e localizada. Aqui na região de Cascais não ocorreram quaisquer fenómenos climatéricos, que me lembre.
No final deste ciclo constato que os campos estão viçosos e as fruticulturas também, a uva, ameixa,figo,tamarindos,maracujás e pêssegos seguem para a maturação, aqui pelo meu quintal, como há muito não via.
Veremos então o que este final de Primavera nos trará.
Junho chuvoso, ano perigoso
Junho quente, Julho ardente
Vai iniciar-se mais um mês.Corremos a passos largos para o Verão.Tudo será como dantes? Certo é que esta Primavera foi atipica pareceu-me.Tivemos, salvo erro, duas ou três ondas de calor e um ou outro temporal. recordo-me de logo após uma dessas semanas de calor ter caído granizo como há muito não se via ali para a região de Lisboa, concretamente Benfica.Esta semana que findou foi catastrófica para os produtores de tomate do Ribatejo devido à chuva intensa e localizada. Aqui na região de Cascais não ocorreram quaisquer fenómenos climatéricos, que me lembre.
No final deste ciclo constato que os campos estão viçosos e as fruticulturas também, a uva, ameixa,figo,tamarindos,maracujás e pêssegos seguem para a maturação, aqui pelo meu quintal, como há muito não via.
Veremos então o que este final de Primavera nos trará.
terça-feira, 31 de maio de 2011
O lenhador
Um misero lenhador,
Que oitenta invernos contava,
Com um feixe de lenha às costas
A passos lentos andava.
Pela idade enfraquecido,
Além do sustento escasso,
Tropeçou, caiu-lhe o feixe,
Fazendo um golpe num braço.
Depois com pranto nos olhos
Alguns alentos cobrou,
E refletindo em seus males,
Sentado, assim declamou:
" Mais do que eu sou, infeliz,
" Não há no globo um vivente,
" Trabalho mais do que posso,
" E vivo assaz indigente.
" Pouco pão, nenhum descanso,
" Uma existência oprimida,
" Ah! que não vejo quem tenha
" Tão dura e penosa vida !
" Filhos maus, mulher teimosa,
" Más pagas, duro credor,
" Rendas de casas, impostos,
" Não há desgraça maior !
" Vem, ó morte, ó morte amável !
" Socorre a quem te apetece !
Eis o esqueleto da morte
De repente lhe aparece;
*
E diz: " Mortal, que me queres ? "
Torna-lhe ele de mãos postas:
" Quero, amiga, que me ajudes
" A pôr este feixe, ás costas. "
Na dor deseja-se a morte;
Mas quando vem faz tremer;
Que é dos viventes o instinto
Antes penar que morrer.*
Semmedo
Lisboa,Fevereiro de 1881.
* Web Site desta imagem : agatafm.org
Que oitenta invernos contava,
Com um feixe de lenha às costas
A passos lentos andava.
Pela idade enfraquecido,
Além do sustento escasso,
Tropeçou, caiu-lhe o feixe,
Fazendo um golpe num braço.
Depois com pranto nos olhos
Alguns alentos cobrou,
E refletindo em seus males,
Sentado, assim declamou:
![]() |
| O lenhador Quadro de J.P.l. ( Acrilico S/ Tela ) |
" Mais do que eu sou, infeliz,
" Não há no globo um vivente,
" Trabalho mais do que posso,
" E vivo assaz indigente.
" Pouco pão, nenhum descanso,
" Uma existência oprimida,
" Ah! que não vejo quem tenha
" Tão dura e penosa vida !
" Filhos maus, mulher teimosa,
" Más pagas, duro credor,
" Rendas de casas, impostos,
" Não há desgraça maior !
" Vem, ó morte, ó morte amável !
" Socorre a quem te apetece !
Eis o esqueleto da morte
De repente lhe aparece;
![]() |
| A Morte |
E diz: " Mortal, que me queres ? "
Torna-lhe ele de mãos postas:
" Quero, amiga, que me ajudes
" A pôr este feixe, ás costas. "
Na dor deseja-se a morte;
Mas quando vem faz tremer;
Que é dos viventes o instinto
Antes penar que morrer.*
Semmedo
Lisboa,Fevereiro de 1881.
* Web Site desta imagem : agatafm.org
sábado, 28 de maio de 2011
A Peninha
Ontem fui até á Peninha desde aqui do Cobre sempre em bicicleta. Pelo meio da serra fui observando e registando a paisagem...
Ao redor dos caminhos reparei na infinidade de flores e de centos de borboletas ao seu redor. Mais á frente fui até a uma velha fonte. Que bem me soube nela beber!
Continuei o meu caminho até ao Santuário da Peninha que avisto lá no alto.
...e por fim a Peninha.
O Santuário da Peninha faz parte de um vasto conjunto arquitectónico formado pela antiga ermida de São Saturnino ,fundada por D. Pêro Pais na época da criação do Reino de Portugal e pelo palacete romântico de estilo revivalista, que relembra uma fortificação, tendo sido construido em 1918.Recente pois,e ao que julgo saber por um capitalista de seu nome ou alcunha o " Monteiro dos Milhões ".Numa outra ocasião abordarei este caso. Prosseguindo com a ermida de aparência tão reduzida a de São Saturnino escondida em plena serra de Sintra representa ( ou representava ) uma importante igreja de peregrinação, envolta numa atmosfera religiosa de contornos considerados " mágicos " uma vez que se admite, no conceito religioso da época, o Cristianismo, ter a mãe de Cristo por aqui aparecido a uma pastorinha. Será mais um tema interessante a descrever pois é, em minha opinião, uma lenda curiosa sob muitos aspectos.
A capela que hoje se pode encontrar, terá sido construida no século XVII, por frei Pedro da Conceição, contudo, a sua decoração terá sido levada a cabo até 1711, data que consta no painel de azulejos do tímpano sobre a porta de entrada. Claro que cabe registar que todo o interior deste monumento está vedado ao publico.
| A seguir a Vale de Cavalos |
| A encosta Sul |
| a fonte à vista |
| a bela água aqui tão perto |
| lá no alto... |
| mais perto |
| lado poente |
...e por fim a Peninha.
O Santuário da Peninha faz parte de um vasto conjunto arquitectónico formado pela antiga ermida de São Saturnino ,fundada por D. Pêro Pais na época da criação do Reino de Portugal e pelo palacete romântico de estilo revivalista, que relembra uma fortificação, tendo sido construido em 1918.Recente pois,e ao que julgo saber por um capitalista de seu nome ou alcunha o " Monteiro dos Milhões ".Numa outra ocasião abordarei este caso. Prosseguindo com a ermida de aparência tão reduzida a de São Saturnino escondida em plena serra de Sintra representa ( ou representava ) uma importante igreja de peregrinação, envolta numa atmosfera religiosa de contornos considerados " mágicos " uma vez que se admite, no conceito religioso da época, o Cristianismo, ter a mãe de Cristo por aqui aparecido a uma pastorinha. Será mais um tema interessante a descrever pois é, em minha opinião, uma lenda curiosa sob muitos aspectos.
A capela que hoje se pode encontrar, terá sido construida no século XVII, por frei Pedro da Conceição, contudo, a sua decoração terá sido levada a cabo até 1711, data que consta no painel de azulejos do tímpano sobre a porta de entrada. Claro que cabe registar que todo o interior deste monumento está vedado ao publico.
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