sexta-feira, 7 de março de 2014

Roma. Culto a divindades (-cap:VII.) Falando de Arte.


  Eram estas divindades a , a Esperança, a Pudicicia ou Pudor ( de que havia em Roma duas divindades, uma a Pudicicia das patricias, e a outra a Pudicicia das plebeias ) a Amizade, e Pallor ( Palidez ), o Pavor, etc.
  As referidas divindades, e todas as demais que por brevidade se omitem, formavam diferentes classes, segundo o capricho dos que as fantasiaram, ou o grau de culto que mereceram aos seus adoradores; e são os seguintes:
  CONSENTES ( quase consentientes ) - Formavam o conselho de Jupiter, eram os celestes e grandes deuses 
 ( Dii majores, ou majorum gentium ) como Jupiter, Marte, Mercúrio, Neptuno, Vulcano, Apolo, Juno, Vesta, Minerva, Ceres, Diana e Vénus.
  SELECTOS -  Estes eram algumas vezes contados no numero dos grandes deuses, e associados aos  consentes; como Jano, Saturno, Genio, Plutão, Bacho, e Rhea ou Cibele.
 CONSCRITOS - Eram os deuses de segunda ordem ( dii minores ou minorum gentium ) como Pan, Pomôna, Flora, Pallas, e outras divindades campestres.


* Continua...

A propósito de arte:     
                                Cada quadro é um capítulo na vida do pintor. Para avaliar um trabalho de arte, precisamos de conhecer a história do artista.
   Para compreender a tristeza nos olhos de Rembrandt, precisamos de compreender primeiro a tristeza da vida de Rembrandt. As sombras delicadas nas paisagens de Corot só se tornam inteiramente intelengíveis quando percebemos que reflectem a delicada doçura do coração de Corot. Se não conhecemos o pintor, vemos apenas parcialmente o seu quadro. É como assistir a uma peça, numa língua que não se entende. É ùnicamente através da personalidade do artista que podemos conseguir a chave para a linguagem da sua arte.*

 * Living Biographies of Great Painters.

                                                                              
Tempos idos