A sociedade em que se vive (vivemos) cada dia me parece mais frívola e inculta.
Ignoramos ou fingimos ignorar que o nosso destino não está assegurado dando-nos ares de supremacia sobre sobre todos os demais elementos desse infinito Universo.Deveriamos em minha opinião que vale o que vale, sem dúvida,interrogarmo-nos não sobre fé ou ausência dela mas acerca do nosso " papel " neste Planeta e a relação deste com o Cosmos.
Parece que o empenho da humanidade é só um, arrasar e destruí-lo. Desflorestamos a Amazónia, esgotamos os recursos marinhos, queimamos carvão fóssil, desbaratamos energia e um sem fim de " mos; - mos; - mos;"
Se não for por via da nossa espécie, evidentemente que a Terra conhecerá o seu fim, naturalmente, pois, na melhor das hipóteses, ainda que nenhuma catástrofe cósmica faça o Planeta desaparecer, o Sol não é eterno. E, sem Sol,a vida na Terra será impossível.
Teremos a visão, a determinação e a inteligência para compreender isso a tempo de se fazer alguma coisa ?
Quase todos nós, seres humanos, aparentamos uma dificuldade em ter consciência cósmica.Não me refiro a sentimentos religiosos ou místicos, sempre provincianos comparados com a verdadeira dimensão das coisas.
Afinal, só na nossa Galáxia há o mesmo número de estrelas ( sem contar, pois, com os planetas que as orbitam ) que o número de segundos que há em três mil anos. E isso só a nossa Galáxia - uma entre cem biliões de galáxias -.
Somos filhos do Cosmos e o nosso futuro depende do grau com que conseguirmos comprendê-lo.
É difícil para os seres humanos terem esta consciência, tal como é difícil para uma formiga que pisamos distraidamente conceber que o seu destino não é independente dos passos aleatórios dos gigantes de carne e osso.
Ignoramos ou fingimos ignorar que o nosso destino não está assegurado dando-nos ares de supremacia sobre sobre todos os demais elementos desse infinito Universo.Deveriamos em minha opinião que vale o que vale, sem dúvida,interrogarmo-nos não sobre fé ou ausência dela mas acerca do nosso " papel " neste Planeta e a relação deste com o Cosmos.
Parece que o empenho da humanidade é só um, arrasar e destruí-lo. Desflorestamos a Amazónia, esgotamos os recursos marinhos, queimamos carvão fóssil, desbaratamos energia e um sem fim de " mos; - mos; - mos;"
Se não for por via da nossa espécie, evidentemente que a Terra conhecerá o seu fim, naturalmente, pois, na melhor das hipóteses, ainda que nenhuma catástrofe cósmica faça o Planeta desaparecer, o Sol não é eterno. E, sem Sol,a vida na Terra será impossível.
Teremos a visão, a determinação e a inteligência para compreender isso a tempo de se fazer alguma coisa ?
Quase todos nós, seres humanos, aparentamos uma dificuldade em ter consciência cósmica.Não me refiro a sentimentos religiosos ou místicos, sempre provincianos comparados com a verdadeira dimensão das coisas.
Afinal, só na nossa Galáxia há o mesmo número de estrelas ( sem contar, pois, com os planetas que as orbitam ) que o número de segundos que há em três mil anos. E isso só a nossa Galáxia - uma entre cem biliões de galáxias -.
Somos filhos do Cosmos e o nosso futuro depende do grau com que conseguirmos comprendê-lo.
É difícil para os seres humanos terem esta consciência, tal como é difícil para uma formiga que pisamos distraidamente conceber que o seu destino não é independente dos passos aleatórios dos gigantes de carne e osso.